Ads Top


O racismo do Coronel Ciro: a truculência e silenciamento tem como único objetivo perpetuar os currais políticos das esquerdas




Mais cedo o Coronel Ciro Gomes disparou pesados petardos contra o vereador Fernando Holiday, do Movimento Brasil Livre. Em sua investida racista, Ciro chamou o ativista de "capitão do mato". Detalhe: ele sequer havia sido perguntado sobre Holiday ou MBL.

É óbvio que este é o Ciro de sempre, tanto que depois ele reafirmou as injurias. O coronel fez o que fez mais por querer silenciar o debate público do que por verdadeira preocupação humanitária com os negros, como alegou depois. 

Ciro é um canalha da pior espécie, seu histórico na política cearense e nacional deixam claro que se trata de um tipo jurássico que só se perpetua no poder por conta da falta de acesso a informação e a outras mazelas sociais que são perpetuadas justamente por grupos como a família Gomes Ferreira. 

A extrema-esquerda governa pelo medo, assim como qualquer outra ideologia totalitária. Mais do que isso: trabalha com truques psicológicos para manter suas vítimas em uma prisão mental. Logo, o que Ciro quer é exatamente isso: cortar a garganta de quem não se submete a ele ou ao que sua gangue ideológica pregam. Minorias insubmissas devem ser combatidas com ferro, fogo, fúria e saliva. 

continua depois da publicidade

Claro, isso é fácil porque muitos direitistas não entendem o cerne da questão. Chamar de capitão do mato é um ato racista? Evidente que sim. Alguém já viu alguém adjetivar Kim Kataguiri ou Arthur do Val com termos semelhantes? Não. A Holiday não resta alternativa senão se curvar, já que ele é negro e não tem o direito de pensar o que quer. 

Sempre cito aqui neste blog a definição de "senzala ideológica", de autoria do amigo filósofo Paulo Cruz. Como negro que é, ele logo percebeu o caráter demoníaco das táticas de dominação escondidas no falso discurso humanista das esquerdas. Elas provocam a doença e oferecem a cura (algo semelhante a um pacto com Mefistófeles). Hannah Arendt previu isso em "As origens do totalitarismo": eles marcam grupos da sociedade para golpearem repetidamente sua dignidade até o momento em que qualquer violência é legítima. Os próprios indivíduos são afetados ao se tornarem cidadãos de segunda classe. 

Ciro será processado. Provavelmente terá o mesmo destino do asqueroso Paulo Henrique Amorim, outro embusteiro ligado a extrema-esquerda que recentemente foi condenado em segunda instância por injúria racial praticada contra o jornalista Heraldo Pereira. No entanto, isso não basta: este sujeito que tanto emporcalha o debate público deve ser banido da vida pública, já que sua imundície moral inviabiliza o exercício da cidadania e perpetua valores que devem ser enfrentados justamente por ameaçarem a democracia. Temos que deixar claro que esta gente não pode colocar cabresto em homens livres. Como disse Bob Marley: "Emancipate yourselves from mental slavery, None but ourselves can free our minds".

Curta o Reacionário no Facebook:




[left-sidebar]

Tecnologia do Blogger.