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O PSOL e a extrema-esquerda só odeiam Israel pelo fato do país representar o oposto do que defende o socialismo



Desde o último domingo a sociedade assiste bestializada as demonstrações de ódio gratuito feitas pelo PSOL contra o Estado de Israel. Algo tão sórdido que até o fascista Jean Wyllys achou que era demais (e estamos falando de alguém que faz cosplay de genocida). Não, esta visão do PSOL não é racional. Claro, é preciso dizer que o antissemitismo demonstrado pelo vereador David Miranda não é algo sem precedentes naquela seita radical. Antes dele tivemos o trotskista Babá queimando a bandeira de Israel e a vereadora Sâmia Bomfim chamando a única democracia do Oriente Médio de "genocida". 

O ódio demonstrado pelo partido contra aquele país diz mais sobre o partido do que sobre Israel. Como todos sabem, Israel é a única democracia naquela região. Não só isso: Israel é o único país que protege os direitos civis de homossexuais, transexuais e outras minorias. Inclusive religiosas: os israelenses de origem árabe e fé islâmica não só possuem direitos civis assegurados como possuem até representação no Knesset, o parlamento nacional. Há cidadãos muçulmanos em todas as esferas da sociedade, e para espanto de alguns, a esmagadora maioria vê o país como um lar que deve ser protegido dos antissemitismo. 

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Logo, é de se perguntar: qual a razão de tanto ódio? Não se pode falar em questões históricas, os judeus surgiram naquele território e sempre viveram ali - ainda que parte deles tenha sido forçada a se juntar a diáspora. Não se pode falar em intolerância, já que é uma democracia. Não se pode falar em expulsão dos palestinos pois este povo sequer existia, trata-se de uma falsificação histórica. Aliás, aquela estreita faixa de terra com apenas 20.770 km² (menor que o Estado de Sergipe) é o único território judeu no mundo. Para a extrema-esquerda, nem a isso os judeus têm direito. É bom lembrar que houve um tempo em que os judeus contavam com certa simpatia das esquerdas, isso desde os tempos do Manifesto Comunista até a implantação dos kibutz (que na prática representam exatamente a aplicação dos princípios socialistas). Ainda que não houvesse uma aliança formal, havia ali uma tentativa de instrumentalizar a luta do oprimido. A partir do momento em que este povo se reergueu, o amor acabou. 

Em primeiro lugar, Israel tem o aspecto simbólico de ser um dos berços da civilização ocidental. Negar que aquele território tenha sido berço das religiões abraâmicas e terra mãe de grande parte dos valores que fundamentam nossa cultura é parte importante da estratégia de desconfigurar a história e combater nossos fundamentos morais. 

Pesa também o aspecto de que os adversários de Israel também são adversários do Ocidente, do capitalismo e do cristianismo - ao passo que aquele Estado representa o contrário. A aposta nos bárbaros islâmicos que circundam aquele território tem uma razão clara de ser. Não devemos esquecer que o PSOL é o partido do Socialismo e Liberdade. Ou melhor, do socialismo (que não existe com liberdade). 

Há que se encerrar esta discussão com o fato de que Israel é uma democracia. Israel é exatamente o oposto do que o PSOL e a extrema-esquerda acreditam. Eles preferem países como Cuba, Venezuela e Coreia do Norte, verdadeiros gulags onde as liberdades são suprimidas e indivíduos esmagados no altar da seita revolucionária em nome dos supostos ideais de igualdade pelo medo. É evidente que eles jamais irão aceitar um país como Israel, que prega a tolerância e a democracia. Mais ainda se for um país que não adota eufemismos com as supostas vítimas da história. Neste sentido o PSOL julga que os palestinos e terroristas que decapitam opositores, apedrejam adúlteras e enforcam e atiram homossexuais do alto de prédios são muito mais avançados do que os israelenses. Eles não tergiversam diante do contraditório e fazem o que tem que ser feito quando se trata dos que eles entendem como indesejados. 

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