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Kátia Abreu é humilhada nas eleições especiais para o governo do Tocantins. São os primeiros frutos do apoio ao petismo




A senadora Kátia Abreu deve ter acordado com dor de cabeça. Ou melhor, deve estar com dor de cabeça desde ontem. Aspirante ao governo do Tocantins desde o início de sua trajetória política, a senadora aproveitou a cassação de Marcelo Miranda (MDB) para lançar seu nome ao posto na eleição suplementar convocada pelo Tribunal Superior Eleitoral. 

O resultado não foi o que a senadora esperava. Suplente de deputado federal pelo PPB, deputada federal pelo PFL/DEM e senadora eleita pelo mesmo partido, Kátia achou que era uma boa ideia se filiar ao governista PSD para se aproximar do governo Dilma Rousseff (na época o PT era invencível e sinalizava que jamais sairia do poder). 

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Kátia Abreu se inebriou pela proximidade pelo poder. Resolveu sair do PSD para o PMDB para se aproveitar ainda mais da relação com a presidência. De ruralista passou a aliada de última hora do petismo. No calvário do petismo, a senadora escolheu a indignidade. Se aliou com os bolivarianos que sempre a detestaram. Votou contra o impeachment, chamou o processo de golpe, desqualificou o povo brasileiro que foi as ruas pedir a deposição de uma presidente criminosa. 

Kátia esperava colher dividendos eleitorais com seus atos torpes. Achou que entre as qualidades esperadas pelo povo para ocupar o executivo estadual do Tocantins estavam a vileza, a baixa política, o conchavo e a aliança com os inimigos do povo. Como não era, Kátia foi simplesmente humilhada nas urnas. Se a ruralista amiga dos patrões do MST tiver vergonha na cara e o mínimo de dignidade, encerará sua carreira ao final desde mandato sem ao menos cogitar a reeleição. 

Sim, a senadora virou uma leprosa política após abraçar o cadáver insepulto do petismo. Se tornou párria ao dividir o palanque contra o impeachment com aqueles bandoleiros que praticam banditismo no campo ameaçando o sagrado direito a propriedade privada. Kátia quis tanto o governo do Tocantins que vendeu a própria dignidade. Ao deixar suas posições conservadoras e antipetistas em troca de cargos e promessas de apoio, a senadora simplesmente trocou a primogenitura por um prato de lentilhas. Agora está aí, tonta e humilhada. Vai, Kátia! Ser gauche na vida!

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