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Donald Trump fez o improvável. Queiram seus críticos ou não, o fato é que ele já fez história


O mundo está há mais de vinte e quatro horas com os olhos voltados para a ilha de Singapura, onde as delegações dos Estados Unidos e da Coreia do Norte se encontram em torno de seus líderes Donald Trump e Kim Jong Un. 

O que temos aqui é um fato histórico. O líder do mundo livre se encontra com o chefe da mais letal ditadura em exercício. Acostumado ao mando e desmando, Kim começou a relação com Trump batendo na mesa e fazendo ameaças cada vez mais horripilantes enquanto brincava com seus foguetes ameaçando Coreia do Sul e Japão. Trump começou a mudar a política externa americana ao responder com uma delicadeza sem precedentes. Simplesmente alertou que os Estados Unidos poderiam "varrer a Coreia do Norte do mapa" por meio de Nikki Hailey, sua embaixadora na ONU. 

Na verdade, Trump foi além. O que ele fez foi mudar os paradigmas da política externa americana: abandonou a letargia covarde e condescendente de Barack Hussein Obama e resgatou o legado de Theodore Roosevelt, falando macio e carregando um porrete. 

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Deu certo até agora. Depois de muitas ameaças, Kim cedeu. Aceitou as condições e pediu diálogo. Trump ainda blefou ao dizer que não iria para o encontro. Kim permaneceu de joelhos. É evidente que ele pode estar tramando algo, mas não seria nada inesperado - nada fora do cálculo. Estamos lidando com um ditador psicopata que lidera um culto institucionalizado em uma fazenda humana. Trump sabe disso, e por isso quis bater de frente com o tirano, exatamente para que ele soubesse que não estava lidando com seu gado. 

Claro, a mídia ocidental alinhada com a new left não digeriu bem o fato. Após terem tomado partido de Kim contra Trump, a mídia parece ter se lembrado de uma hora para outra que o sujeito é um carniceiro. Contrariando a postura omissa e servil que tiveram diante das tratativas de Barack Hussein com ditador Fidel Castro na questão do fim do embargo cubano e com o presidente Hassan Rohani e com o aiatolá Ali Khamenei no acordo nuclear com o Irã. Detalhe é que ambos acordos não trouxeram nenhum resultado prático e que só os vilões saíram vencedores. Neste o acordo é claro: a Coreia do Norte deu o primeiro passo para a desnuclearização. 

Os críticos dizem que esta negociação é uma vitória para Kim Jong Un. Evidente que sim, já que ele continuará vivo. A alternativa para ele seria uma guerra onde poderia ser derrotado e morto ou a deposição por parte de seus comandados ou pelos aliados chineses (e morto por consequência). Saiu vencedor, com toda certeza. Trump até poderia ir para as cabeças, mas o custo de uma guerra é algo incalculável - seja em cifras financeiras ou em custo humano. 

Trump fez o improvável ao forçar um membro da dinastia Kim a se sentar em uma mesa de negociações, a se curvar a uma prática democrática que é simplesmente desprezada por estes tiranos. Trump poderia ter feito uma guerra, mas conseguiu o que queria por meio da palavra. Ele fez o improvável. Queiram seus críticos ou não, o fato é que ele já fez história.

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