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Cadete comunista é expulso de Academia Militar dos EUA



Notícia da BBC sobre Spencer Rapone, o cadete comunista de West Point que posou com uma camiseta de Che Guevara por baixo do uniforme no dia de sua formatura.

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Um cadete da Academia Militar dos Estados Unidos, em West Point (NY), que usou uma camiseta com a famosa estampa de Che Guevara em sua cerimônia de formatura, foi expulso das forças armadas americanas.
Spenser Rapone, 26, foi dispensado por "conduta imprópria". Depois de se formar, ele serviria como segundo-tenente na infantaria do Exército.
Ele, provavelmente, não poderá se alistar nunca mais nem receber benefícios reservados para veteranos.
Investigação
Os militares começaram uma investigação contra Rapone em outubro do ano passado, depois de ele postar fotos pró-comunismo nas redes sociais, mostrando que usou uma camiseta do guerrilheiro argentino por baixo do uniforme. Outra imagem mostrava a inscrição "o comunismo vai vencer" escrita na parte interna de seu quepe.
As fotos viralizaram e Rapone foi apelidado de "cadete comunista", o que gerou indignação entre os militares e motivou a investigação.
O Exército encontrou dezenas de frases e memes comunistas na página do Twitter do jovem cadete. Ele também fazia diversos comentários desrespeitosos em relação à colegas oficiais.
Na terça, o Exército anunciou que o processo tinha sido concluído.
"Devido a restrições de privacidade, podemos passar informações muito limitadas", disse a tenente-coronel Nina Hill, porta-voz da instituição.
"Podemos confirmar, no entanto, que conduzimos uma investigação completa e que as ações apropriadas foram tomadas", afirmou Hill.
Em entrevistas à imprensa americana, Rapone disse que se considera um socialista revolucionário.
Ele foi convidado para participar da conferência Socialismo 2018 em Chicago, nos EUA, em julho.

Atitude correta dos militares que decidiram pela expulsão de Rapone. Não se trata de abrigar na tropa alguém com uma visão política que destoa da maioria, mas sim de manter nas forças de defesa um indivíduo que faz ode ao terrorismo e que odeia o próprio país. Manter este indivíduo na corporação seria um erro moral extremamente aviltante para a história das Forças Armadas americanas, além de representar grande perigo para a segurança dos cidadãos daquele país. Em qualquer lugar do mundo o cidadão deve confiar em sua polícia e suas Forças Armadas. Se um indivíduo que odeia o próprio país e que professa uma ideologia totalitária é mantido ali, quem garante que não irá tentar um motim ou levante contra seu governo? A história de Hugo Chavez, Luis Carlos Prestes e Carlos Lamarca nos mostram que não se pode manter estas serpentes entre as forças de segurança. 

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