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Ao apoiar Ciro, Rodrigo Maia poderá fazer o que nem Lula conseguiu, que é a destruição total do DEM


A mídia política só fala da tentativa do Partido Progressista e do Democratas em apoiarem o pedetista Ciro Gomes para presidente. Os partidos querem evitar prejuízos políticos ou ficarem de fora do poder ano que vem. 

Ora, o PP já foi aliado de Lula e Dilma Rousseff. Foi o partido com mais indiciados na Operação Lava Jato. Excluindo os nomes da senadora Ana Amélia, do deputado federal Jerônimo Goergen e outros dois ou três, não sobra muita coisa. Não há mais moral ali. Nem ideologia, nem senso de oportunidade ou amor próprio. 

Com o DEM é diferente: o DEM é herdeiro envergonhado do legado político de Marco Maciel, Antônio Carlos Magalhães e outros velhos timoneiros. Acometido pela doença do murismo e pela insensatez de novos dirigentes como Rodrigo Maia, Antonio Carlos Magalhães e Kátia Abreu, o partido resolveu mudar o nome para "DEMOCRATAS" como referência aos correligionários de Barack Hussein Obama. Quando o oportunismo se alia com a burrice, ambos se tornam invencíveis: o partido não só conseguiu esvaziar seu sentido ideológico como também murchou diante do desembarque generalizado. Para completar, sofreram oposição de Lula. Contrariado com a oposição de senadores do partido contra o projeto de concorrer a um terceiro mandato, Lula decidiu que deveria "extirpar o DEM".

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De lá para cá o partido apenas respirava. Se salvou apenas no impeachment, quando despontou como um dos primeiros apoiadores das manifestações de rua. A obstinação criminosa dos partidos fez o DEM se tornar a opção para os descontes, ampliando sua bancada e garantindo votos para o afastamento de Dilma. Depois o partido só cresceu com o processo. 

Mas claro, tem o fator Maia. Foi Maia o principal articulador da vergonhosa mudança de nome. Foi ele quem quis unir o partido ao PTB (agremiação fundada por Getúlio Vargas que é historicamente trabalhista). No fim a militância do PTB rejeitou a união com aqueles "conservadores elitistas" e o DEM ficou de escanteio. 

Ora, Rodrigo Maia é o entusiasta do fracasso. Depois que ele assumiu a presidência da Câmara, o governo encontrou enormes dificuldades em aprovar reformas. Fraco e sem talento, Maia ainda achou que poderia demonstrar força ao se lançar como pré-candidato a presidência da República quando não dava conta nem da presidência da casa. Agora ele quer apoiar Ciro, um leproso político que ameaçou sequestrar Lula para evitar sua prisão. Parabéns para Maia: caso convença seus pares de que o melhor é apoiar Ciro, ele terá superado Lula. Irá extirpar o DEM de uma vez por todas.

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