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São Paulo testemunhou o terror fruto da desumana delinquência das milícias travestidas de movimentos sociais



As cenas de terror do edifício em chamas no centro de São Paulo correram o mundo. Transformado em brasa viva, o edifício modernista Wilton Paes de Almeida se transformou em uma brasa gigantesca antes de desabar. Acabou levando junto a Igreja Luterana de São Paulo, que ficava ao lado. A tragédia também custou uma vida, justamente a vida de um dos moradores da invasão.

Para tratar dos moradores da invasão, o mais sensato é guardar as pedras. Trata-se de uma massa de pessoas humildes que foi colocada no cabresto pelas milícias de extrema-esquerda que se apresentam como "movimentos sociais". Para se ter uma noção da exploração, os moradores da invasão eram obrigados a pagar uma espécie de aluguel para o MLSM (Movimento de Luta Social por Moradia).

Esta prática criminosa tem nome: coronelismo urbano. Milhares de indivíduos são coagidos a práticas criminosas promovidas por estes milicianos, como o comparecimento obrigatório em manifestações, o pedágio e até a participação efetiva em atos mais violentos onde estes cidadãos colocam a própria vida em risco. Claro, sair destes movimentos também não é a coisa mais fácil do mundo. Lembrem-se: estamos lidando com bandidos aqui.

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As práticas adotadas na invasão do edifício Wilton Paes de Almeida são comuns em todos os movimentos milicianos de invasão. E tudo acontece sob o olhar complacente de militantes homiziados no Judiciário, principalmente na Defensoria Pública e Ministério Público. Há também os militantes de extrema-esquerda que atuam nas redações, distorcendo fatos e jogando cortina de fumaça contra as tentativas do poder público de resolver estas questões. A força institucional dos criminosos é tamanha que as sucessivas gestões públicas preferem varrer a questão para baixo do tapete. O resultado é este que testemunhamos hoje.

Ah sim, algumas gestões não fazem vista grossa. Na gestão Fernando Haddad, por exemplo, houve uma explosão no número de invasões. Isso porque o Partido dos Trabalhadores era aliado dos milicianos. Hoje eles estão na oposição acusando a gestão Bruno Covas, a especulação imobiliária e o capitalismo por uma questão que é fruto do trabalho deles. Guilherme Boulos, que fez sua vida pública a frente do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, um movimento tão criminoso quanto o MLSM e ainda mais influente), prefere reagir da maneira de sempre: usa mentiras e instrumentaliza mazelas sociais para justificar seus crimes.

O que aconteceu hoje em São Paulo não foi uma fatalidade, mas sim um capítulo final de uma tragédia anunciada - seja por parte dos falsos defensores dos Direitos Humanos que transformam indivíduos em gado de seu rebanho ideológico, seja por parte do poder público que por vezes se acovarda diante destas questões. Há solução para esta questão, e ela passa necessariamente pelo enfrentamento aos grupos criminosos que atuam sob a fachada de movimentos sociais. 



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