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Parceria com "agência de checagem" ligada a extrema-esquerda indica que Facebook pretende interferir nas eleições de 2018


Uma notícia que chamou atenção hoje foi sobre a parceria entre o Facebook, Agência Lupa e Aos Fatos para dar mais "credibilidade" aos links noticiosos compartilhados na rede social. 
Está na página da Agência Lupa:

O Facebook lança no Brasil, na próxima semana, seu programa de verificação de notícias, em parceria com as agências de checagem Aos Fatos e Agência Lupa.
As duas agências de verificação terão acesso às notícias denunciadas como falsas pela comunidade no Facebook para analisar sua veracidade. Os conteúdos classificados como falsos terão sua distribuição orgânica reduzida de forma significativa no Feed de Notícias. Páginas no Facebook que repetidamente compartilharem notícias falsas terão todo o seu alcance diminuído.

Bom, tudo o que é necessário saber sobre estes grupos e a suposta checagem feita por eles está nas redes. Está no Google. Está até na memória dos brasileiros, que viram uma crescente ascensão de notícias falsas sobretudo no governo petista. 

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A novidade agora é que há uma curiosa disposição por parte do Facebook Brasil e de aliados suspeitos de "purificar" a rede. Segundo os próprios, a intenção é dar mais impulso a notícias que possuem "fontes confiáveis". Segundo o colunista Lauro Jardim afirmou em seu blog, o mesmo foi feito nos Estados Unidos. E quem saiu ganhando foram os veículos "já estabelecidos", ou seja, a mídia tradicional. 

Considerando o conluio entre veículos tradicionais que costumeiramente mentem sobre diversos assuntos se associando com a plataforma que monopoliza as redes sociais e mais um punhado de militantes de extrema-esquerda, temos uma perversa conspiração que indica um único cenário possível: a uma tentativa clara de interferência nas eleições de 2018. 

Sim, não se trata de preocupação genuína com as notícias falsas, fato corriqueiro que acontece desde que o surgimento da imprensa. Imaginem um cenário em que um grupo disponha de tamanho poder para dizer o que é verdadeiro ou não. Este grupo simplesmente pode colar este rótulo na testa dos adversários políticos. No caso do Facebook, a rotulagem justifica o favorecimento de uns e prejuízos irreparáveis a outros. É um alvará para que os censores mutilem a realidade a seu favor. 

Notem que a reeleição de Dilma Rousseff em 2014 foi a mais suja da história. A presidente recorreu a práticas sórdidas como uso de propina, lavagem de dinheiro, uso da máquina dos Correios para fazer propaganda do partido e atrapalhar adversários e é claro, as fake news. Na época não houve qualquer manifestação por parte do Facebook ou das tais agências, que como se sabe, são ideologicamente comprometidas com o moribundo petismo. O que está acontecendo aqui é uma tentativa manipular os fatos para interferir no resultado eleitoral deste ano. A única conclusão que temos aqui é de que há uma conspiração golpista para trazer a extrema-esquerda de volta ao poder.

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