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Para recordar: Profissão Repórter revelou modus operandi de grupos criminosos que atuam sob fachada de movimentos sociais em SP em 2013


Estes eventos recentes envolvendo grupos criminosos que atuam sob a fachada de movimentos de luta por moradia em São Paulo não representam novidade alguma para ninguém, a única coisa que assusta são as consequências mais imediatas que podem ser tão desastrosas quanto no edifício Wilton Paes de Almeida (sem falar na corrosão dos direitos fundamentais, diga-se de passagem). Porém é fato que as contradições dos militantes já haviam sido expostas antes em plena tv aberta.

Foi em 2013 que o Profissão Repórter mostrou um pouco do cotidiano destes grupos de extrema-esquerda. E tudo veio pelas mãos de Caco Barcellos, jornalista conhecido exatamente pela militância de esquerda. O curioso é que ali tentou se suavizar as responsabilidades e dar um verniz de expiação para as práticas de cabresto adotadas pelas lideranças do Movimento Moradia Para Todos.

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Assistir aos vídeos é mergulhar de cabeça no submundo da exploração de famílias socialmente vulneráveis. Aos que se indignam com quem escolhe servir como gado no curral destes embusteiros, também é mostrado a razão pela qual essas pessoas se sujeitam ao mando: são pais e mães sem outra perspectiva imediata, idosos, migrantes desempregados, pessoas sem família e sem qualquer formação que lhes garanta ao menos o básico.

No meio disso tudo, temos as lideranças. Ah, as lideranças. A líder do movimento diz que é formada em Teologia, Direito e Pedagogia, além de uma pós-graduação não mencionada. Dirige um automóvel caro e possuí moradia. Isso em si não é uma contradição para quem lidera tal tipo de movimento, mas sim o fato de a moça ocupar uma das unidades que seriam direito de desabrigados enquanto seu imóvel é reformado. Há também um italiano criado a leite com pêra que se juntou ao grupo para gravar um documentário e acabou se integrando ao grupo com o benefício de ser contemplado com moradia popular. E uma mocinha de aspecto frágil que faz as vezes de jagunça da líder do movimento, intimidando pessoas e excluindo os que não participam das manifestações e atos. Diante das câmeras ela simula uma compaixão que ficaria muito bem se dita por Thanos em Guerra Infinita: "Eu não gosto de fazer isso... Este é um momento doloroso."

O programa está dividido em duas partes. Caso a visualização não seja possível, o material também pode ser conferido no site do Profissão Repórter.





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