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Os Fiadores do crime e do Caos do Quebrando o Tabu atacam Doria em apoio ao extremista Boulos


Ontem uma pessoa morreu no centro de São Paulo após o incêndio do edifício Wilton Paes de Almeida, invadido pelo MLSM (Movimento de Lula Social por Moradia). Ao comentar o fato, o ex-prefeito João Doria afirmou que o prédio que desabou após ser consumido pelas chamas havia sido ocupado por uma facção criminosa. Cadela da extrema-esquerda, os descolados do Quebrando o Tabu correram ao socorro de Boulos afirmando em tom jocoso que quadrilha é o PSDB. É até risível que o Quebrando o Tabu se refira ao PSDB nestes termos depois de ter se criado a sombra do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. 


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Em tempo: o Quebrando o Tabu sempre apoiou a Operação Lava Jato de forma seletiva, demonstrando satisfação apenas com as ações que miravam os adversários do PT e da esquerda. No mais a postura sempre foi critica e por vezes hostil. Em momento algum a página se referiu ao Partido dos Trabalhadores como organização criminosa, preferindo dizer que "o partido não havia inventado a corrupção" (espantalho retórico que jamais foi defendido por quem quer que seja). Vejam só: o mesmo coletivo que critica uma fala e chama um partido visto por eles como inimigo de quadrilha é o mesmo que censura estes fatos quando o alvo são seus parceiros.

Ah, também foi ontem que o Quebrando o Tabu deixou claro que sente orgasmos múltiplos quando seus adversários são alvos da sanha popular. Nos tempos de Dilma Rousseff, criticar e vaiar uma presidente era machismo e elitismo. Com Lula e demais políticos de esquerda era fascismo. Com Temer tudo é permitido, até fazer politicagem quando o presidente da República de passagem por São Paulo deseja visitar o local da tragédia. Sim, é bom admitir: se há alguém no Brasil que não tem pretensões eleitorais, este alguém é Temer. Não sou eu quem diz, são os números. Sendo assim é difícil cravar que ele pretendia se promover ao visitar o local. Lembremos que Dilma Rousseff costumava visitar locais de tragédias mais de vinte e quatro horas depois dos fatos, e sempre sobrevoava a área com seu helicóptero. Para o Quebrando o Tabu, tudo normal.




E vejam só o zelo que eles tem por Guilherme Boulos: quando o país se dá conta da tragédia, o Quebrando o Tabu resolve reforçar o estelionato político que são os movimentos de moradia. Uma vergonha completa - que não surpreende em nada os que conhecem a moral deformada do grupo. Os falsos progressistas que insinuam o tempo todo que seus adversários são fascistas já desceram ao esgoto em vários momentos, elogiando ditadores, pregando soluções autoritárias na lei e até negando os direitos humanos para seus adversários. Com Boulos, o Quebrando o Tabu chegou a publicar um vídeo em que o criminoso se defendia das acusações feitas por um outro colunista da página que de maneira acertada o colocou na extrema-esquerda. Nunca, jamais, em hipótese alguma - grupos como o MBL ou partidos que estão a direita do debate público teriam qualquer voz ali. Em hipótese alguma os que estão a direita terão oportunidade de se defender caso se sintam injustamente acusados de extremismo. Com Boulos não: se é de esquerda, não se pode ser extremista. E se alguém for flagrantemente extremista, a página dá um jeito de se dissociar dele. Vide o exemplo da Venezuela, o experimento socialista mais incômodo para a esquerda brasileira.

Este é o Quebrando o Tabu, um coletivo de farsantes comprometidos com o que há de pior na política brasileira, extremistas dispostos a torturar a verdade e assassinar a razão se isso for necessário para promover as rupturas que destruirão nossa sociedade. A cracolândia da internet não se cansa de emporcalhar o debate público, tanto que agora reforça o apoio a um grupo que explorava miseráveis com cobranças de aluguel em um prédio público invadido. O Quebrando o Tabu não se importa nem com os crimes praticados e nem com a desumanidade do movimento que expôs pessoas pobres ao risco de morte. Eles não se importam com nada além da agenda e da ostentação das virtudes que detestam. São os fascistas que pedem mais amor.

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