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O queridinho da imprensa e a presidente golpeada terão que se explicar na Justiça por terem recebido propina em eleição


2018 definitivamente não está sendo um bom ano para o Partido dos Trabalhadores. Após o vendaval provocado pela condenação de Lula em segunda instância e sua prisão, agora o partido vê duas figuras de seu panteão se enrolando com a Justiça. 

A primeira é Fernando Haddad. Cotado para ser candidato a presidência no lugar de Lula, o petista foi delatado por João Santana ainda no ano passado. Segundo o ex-marqueteiro, a campanha do prefeito recebeu R$ 20 milhões do setor de propinas da Odebrecht. Hoje João e sua esposa Mônica Moura prestaram depoimento para a Polícia Federal reafirmando a acusação. 

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Quem também se deu mal foi Dilma Rousseff. Cassada em 2016, Dilma vive da fama de "perseguida política" e "vítima de golpe parlamentar". A fachada da mulher honesta nunca foi seu forte, mas agora ela se viu envolvida não só nas acusações de João Santana e Mônica Moura de recebimento de propinas e obstrução da Justiça como também foi atingida pela Operação Deja Vu. Trata-se da  51ª fase da Operação Lava Jato investiga os valores de um contrato de US$ 54,5 milhões (cerca de R$ 200 milhões), de um contrato de US$ 825 milhões envolvendo Petrobras e Odebrecht que foram destinados a pagar propinas para políticos. Entre eles, Dilma. 

É interessante ver que o queridinho da imprensa e a presidente golpeada terão que se explicar na Justiça por terem recebido propina em eleição. Isso implode o que sobrou das ruínas do Partido dos Trabalhadores. 

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