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O escandaloso oportunismo das Fernandas: só fariam propaganda para a Riachuelo se Flávio Rocha desistisse de ser candidato



Ontem o jornalista Lauro Jardim veio com essa:
A Riachuelo queria a dupla de atrizes Fernanda Montenegro e Fernanda Torres para estrelar a campanha publicitária da marca para o dia das mães. O empresário Flávio Rocha dono das lojas Riachuelo, contudo, filiou-se ao PRB, no dia 27 de março deste ano, com o objetivo de disputar as eleições à Presidência da República este ano.
Com a notícia, as atrizes mãe e filha desistiram de sequer negociar a campanha. De acordo com a coluna de Lauro Jardim, de O Globo, elas foram “categóricas: se o então presidente da Riachuelo fosse mesmo disputar a Presidência, não iriam fazer a propaganda”.
A agência Mutato, da Riachuelo, decidiu fazer a campanha, então, com as famílias de Isabeli Fontana e de Ana Claudia Michels.

Claro, fez a festa da extrema-esquerda. Ficaram eufóricos com a tentativa de chantagem das Fernandas. 

Vejamos: as duas queriam fazer uma propaganda para qual seriam regiamente pagas. Nas condições estabeleceram que só o fariam caso o empresário Flávio Rocha se quedasse diante de sua chantagem política. Um detalhe relevante: a campanha seria para o Dia das Mães, algo completamente alheio a disputa presidencial. Mas mãe e filha não perderam a oportunidade de politizar o fato.

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A questão que se coloca aqui é o oportunismo das esquerdas. Enquanto as esquerdas disseram que era uma questão de "valores", tudo o que se viu por parte das atrizes foi chantagem. Se ambas fossem tão categóricas e crentes em suas aspirações, simplesmente se recusariam a fazer campanha para um empresário que "apoiou o golpe". Ao contrário, tentaram blefar. 

Bom, este é o livre mercado. As exigências são legítimas, ainda que descabidas. Cabia ao empresário aceitar ou não o achaque. Não aceitou e outras celebridades foram escaladas. E regiamente pagas. Agora temos que nos ater ao seguinte: isso não teria acontecido se a Direita não fosse tão despolitizada. Pois é. Flávio não fez qualquer restrição aos eventuais contratados pela agência, que por sua vez entendeu que deveria se pautar apenas no mérito artístico (que é inegável na dupla). Por isso chamou as duas para estrelarem a campanha. Porém do outro lado não havia o imperativo da civilização, e sim uma dupla de militantes histéricas que seguem o bando de Caetano Veloso e Paula Lavigne, os sacerdotes da infâmia e papas da indignidade. Sendo assim o que podemos concluir é que este tipo de coisa será evitada a partir do momento em que os cidadãos de direita se negarem a alimentar esta gente, seja por meio de contratos publicitários ou por meio do boicote sistemático aos trabalhos desses sujeitos. Só assim evitaremos este tipo de constrangimento. Se querem assim, que falem apenas para os seus - sem dinheiro público, é claro. Dou menos de um ano para que esta classe artística desavergonhada morra de fome.


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