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O Brasil fez muito bem em não reconhecer a fraude eleitoral do ditador Maduro. Deixemos esta lama para o PT e aliados


Não houve nenhuma surpresa após a divulgação do resultado oficial da eleição presidencial da Venezuela. Todos já esperavam que o ditador Nicolás Maduro seria considerado vencedor após um pleito em que eleitores foram intimidados nas ruas e nas urnas, com opositores presos e com registros de múltiplas fraudes que incluíam desde sumiço de urnas e roubo de cédulas por soldados bolivarianos até a denúncia por parte do governo colombiano de que cidadãos daquele país estariam sendo recrutados pelos venezuelanos para atravessarem a fronteira apenas para votarem em Maduro. 

Não há nenhuma surpresa em uma eleição convocada por um ditador. Ela segue o mesmo roteiro das eleições convocadas por gente como Saddam Hussein, Kim Jong-Un, Fidel e Raul Castro e tantos outros carniceiros. São jogos de cartas marcadas, sem transparência e com regras estabelecidas pela gangue totalitária que já se apossou do poder. A pantomima eleitoral serve apenas para que as ditaduras blefem no debate público que possuem legitimidade popular. 

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O fato é que parte da oposição fez bem em não participar do circo de Maduro. Não deram legitimidade a um governo que sequer tem lastro popular, um regime que se sustenta pelo medo e pelas armas. Um governo que fabricou uma crise humanitária para depois vender alimentos subsidiados aos que só estão famintos porque ele os deixou assim ao confiscar praticamente todas as fábricas de alimentos e supermercados de seus reais proprietários. 

O regime bolivariano vive de farsas e de golpes contínuos. Toda a sua força vem justamente dos que ainda conferem qualquer legitimidade a quadrilha bolivariana. O que é necessário para acabar com isso é um entendimento por parte de reais democracias sobre o fim imediato do governo Maduro. Quanto antes os Estados Unidos e demais democracias resolverem acabar com a selvageria institucionalizada por Hugo Chavez, melhor para a humanidade. 

Felizmente o Brasil não reconheceu a fraude. Isso é uma das conquistas do impeachment: deixamos de nos alinhar aos delírios daqueles facínoras. Fosse Dilma Rousseff a presidente, estaríamos celebrando a vitória daqueles que têm as mãos manchadas de sangue. O mesmo se diz da vizinha Argentina, governada hoje por um homem corajoso que teve a audácia de rejeitar o legado kirchnerista ao mesmo tempo em que enfrentou de frente o bolivarianismo no continente. Tanto Maurício Macri quanto Michel Temer estão corretos ao seguirem os passos do Chile de Sebastián Piñera e do Paraguai de Horácio Cartes e do futuro mandatário Mario Abdo Benítez. Deixemos esta lama para o PT e seus parceiros no crime. 

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