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MPT faz investida fascista contra Globo ao obrigar inclusão de negros no elenco de novela. Emissora colhe os frutos amargos que plantou.






Como este blog sempre pregou, chegaria o dia em que o Ministério Público pregaria o fim do Estado Democrático de Direito e a revogação imediata dos Direitos Humanos. A recente investida fascista contra a Rede Globo mostra que isto não está muito longe de acontecer.

Aos desavisados, o que houve foi o seguinte: após as controvérsias por conta do elenco da novela Segundo Sol (em que o elenco foi classificado branco demais para uma trama ambientada na Bahia), o Ministério Público do Trabalho resolveu formular dez recomendações para a Rede Globo. Segundo o documento, o MPT quer adequações ao contexto, já que o elenco é branco demais para ser baiano. Foi dito que não se tratava de uma obrigação, mas o próprio órgão esclarece que o descumprimento das "recomendações"  o descumprimento da recomendação poderá caracterizar “inobservância de norma de ordem pública”, cabendo ao Ministério Público “convocar a empresa recalcitrante para prestar esclarecimentos em audiência e, eventualmente, firmar termo de compromisso de ajustamento de conduta, previsto na Lei 7.347/85, art. 5º e 6º, ou propor ação judicial cabível, visando à defesa da ordem jurídica e de interesses sociais e individuais indisponíveis”, segundo informações do Jota.Info.

Ah, não é só isso: o Jota esclarece que além da mudança no roteiro, o MPT deseja saber mais sobre a quantidade de negros que trabalham naquela emissora e um levantamento sobre a representatividade de negros e negras no entretenimento e na publicidade.

Além de recomendações à nova novela, o MPT ainda quer a elaboração “imediata” de um censo dos trabalhadores que prestam serviços à empresa, empregados ou não, com recorte de raça/cor e gênero, de forma integral e com indicadores de gerência e diretorias.
A Procuradoria ainda pede um levantamento sobre a representação das pessoas negras e o número de artistas negros e negras que aparecem em telenovelas, séries, propagandas, programas de entretenimento entre outros produtos, produzidos pela empresa bem como o de jornalistas e comentaristas.

Isso é grave. Gravíssimo. Nunca se viu um caso tão flagrante de truculência judicial e de desrespeito a todo ordenamento jurídico brasileiro. O MPT simplesmente estuprou a Constituição. O direito a propriedade, a liberdade artística, a segurança jurídica - todos estes conceitos fundamentais foram reduzidos a pó. O MPT resolveu agir como os ruidosos justiceiros sociais de internet, abrindo mão da Constituição em nome do cruzadismo das minorias.

Há um problema aqui: por mais que se possa fazer qualquer objeção ao caráter nefasto da Rede Globo, há um elemento golpista na questão: um órgão que em tese está sujeito a Constituição age como se ela não existisse. Os procuradores stalinistas resolveram que quem deve ter a última palavra em grupos privados são eles, não seus proprietários. É verdade, a Rede Globo é parasita do contribuinte. Mas também é verdade que o alcance desta aventura fascistóide atinge também produtoras, agências de publicidade, produções de teatro e cinema e tudo o mais que atue na mídia. A tentativa de golpe é clara.

Há muito o que ser dito sobre este absurdo, mas para não se alongar devemos falar que não há qualquer previsão legal sobre estes fatos. Se fosse o caso de uma lei aprovada do Congresso Nacional obrigar emissoras a contratarem quantidades específicas de colaboradores pertencentes a esta ou aquela minoria, isso já seria um grande absurdo. Mais absurdo ainda é ver um dos braços do Ministério Público agindo de forma bolivariana ao inventar novas leis enquanto seus procuradores urinam no bom senso consolidado nas Convenções de Direitos Humanos. Sim, porque é disso que se trata. Hoje obrigam a poderosa Rede Globo a ser "representativa", amanhã é uma agência de publicidade que terá que contratar homens que para fazer papel de gestante, ou uma empresa de marketing esportivo que será obrigada a apresentar produtos de seus clientes voltados ao público feminista e gay. Afinal de contas, o que importa não é a norma, a maioria. E sim o que as minorias organizadas desejam enfiar goela abaixo. Representações da Paixão de Cristo terão travestis como Virgem Maria e mulheres como Jesus Cristo serão feitas de forma impositiva. Não pensem que a praga ficará restrita ao entretenimento: se o MPT levar a melhor, todos os negócios privados no Brasil ficarão sujeitos a sanha dos justiceiros sociais.

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Este senso de realidade é sobretudo cruel: se a Globo não conseguir se livrar desse laço do passarinheiro, ajustes deverão ser promovidos. Entre eles a eventual substituição de atores que já haviam se organizado profissionalmente para certos papéis que agora serão ocupados por colegas negros. Isso gerará ressentimento, já que os brancos não tiveram culpa de conquistar o papel (normalmente isso se dá pelo mérito). Eventualmente pode ser que o negro substituto seja igualmente competente, e que não qualquer responsabilidade pelo fato do Brasil conviver com instituições totalitárias como o Ministério Público e suas divisões. Ainda assim ele conviverá com a pecha de oportunista que só chegou onde está por ser preto. Os testes passarão a contar com o auxílio da escala pantone, e muita gente boa ficará de fora ao passo que os negros representados de maneira artificial não representarão a excelência destes profissionais. Crescerá o ódio racial e a divisão, graças aos burocratas revolucionários.

Para não dizer que não falei das flores, é bom lembrar que as Organizações Globo aparecem nesta confusão como vítimas e fiadoras do caos. No começo do ano a Rede Globo demitiu o respeitado jornalista William Waack após a divulgação de um vídeo que fora roubado dos arquivos da emissora. O autor do furto era um câmera que esperou exatamente um ano para soltar o polêmico vídeo. Ao invés de defender seu competente funcionário, a Globo preferiu ouvir os urros dos radicais. A Globo tomou esta decisão baseada não só na opção de privilegiar os extremistas de esquerda como também como meio de se livrar de uma incômoda voz dissonante que não lia a bula do esquerdismo dissimulado. Após a demissão de Waack, o vazador (que além de militante do movimento negro é lacaio do petismo) se sentou triunfante na cadeira que fora do prestigiado âncora caído em desgraça. Era o trinfo da barbárie contra a civilização.

Ah, teve também o episódio da Yasmim Estevam no Encontro com Fátima Bernardes, que se tornou recentemente a sacerdotisa da infâmia. Yasmim é modelo e empreendedora, possuí um brechó famoso em São Paulo e tem mais de 47 mil seguidores no instagram. A moça disse que já havia perdido propostas de trabalho por conta de seu penteado. A edição do programa mudou para "não conseguiu emprego por causa do cabelo", como se ela fosse uma coitada vitimista. A moça virou meme e passou a ser motivo de chacota sem ter feito nada de errado. Sem ser nenhuma radical, se tornou durante um tempo menina dos olhos dos extremistas de esquerda que simulam preocupação com os negros (passou assim que ela se posicionou). O fato é que em ambos os casos a Globo foi pérfida ao tratar do tema, privilegiando sempre os radicais. É curioso que isso tenha se voltado contra Pandora. A Globo só está colhendo os frutos amargos do mal que sempre cultivou na sociedade brasileira. Infelizmente nós democratas temos que nos posicionar contra mesmo sendo a Globo a vítima da vez, já que ao contrário destes delinquentes sabemos que um dia isso pode se voltar contra nós.


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