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Folha chama professora defensora de Black Blocs para tentar criminalizar os memes da Direita



Hoje a Folha de São Paulo foi longe: contatou uma professora universitária conhecida por suas controvérsias para tentar criminalizar os memes da Direita. Absurdo? Não, é só a espantosa realidade. O jornal mais decadente de São Paulo chamou a professora Esther Solano para dizer que "Ódio na internet tem assumido estilo de meme para atrair jovens." 

Há muitas questões aqui, a começar pelos memes mencionados pela reportagem. Um deles demonstra a rejeição ao nazismo e comunismo. Isso seria ódio? Outro denuncia Renan Calheiros (aliado de Lula) e celebra a denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República contra o senador. Outro ainda mais absurdo: um meme comemora o anúncio de que o governo estudava a abertura de capital dos Correios. São anseios legítimos de grande parte da população brasileira, mas que para Folha e Esther Solano não passam de "discurso de ódio". 



A verdade é que Esther Solano não acredita que memes são perigosos, ou que há qualquer discurso de ódio em torno deles. Até porque o que ela chama de discurso de ódio são as manifestações do pensamento de Direita sintetizados nessas publicações. Não é possível que uma moça que defenda a tática Black bloc veja perigo em memes. O que ameaça a professora é a existência do contraditório, algo que simplesmente não é admitido pela extrema-esquerda.

É imprescindível salientar que esta é mais uma etapa da guerra da informação: chamar uma professora universitária para emitir estas conclusões fajutas sobre o suposto discurso de ódio da Direita não passa de golpe. Após perder o monopólio da informação, estes coiotes resolveram rotular os concorrentes diretos (no caso, os produtores de mídia independente e ativistas que utilizam as redes sociais). Prova disso é o seguinte trecho: 


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A agressão ao coronel Reynaldo Simões Rossi:
Prestem atenção no embuste: se informar pelo Facebook é um problema. Em específico para a Folha de São Paulo, que deixou a plataforma alegando que era desfavorecida em relação a veículos independentes. Saiu acusando a plataforma de privilegiar as bolhas. O que a Folha quer é o mesmo que O Globo, UOL, IstoÉ, Veja e congêneres desejam: o monopólio sobre as almas dos brasileiros. Para isso desejam que o Facebook impulsione suas publicações e restrinja o alcance de produtores independentes. Mais ou menos o que os taxistas queriam contra o Uber: mais subsídios para os táxis, mas regras e burocracias para os motoristas de aplicativos. Infelizmente estes interesses corporativos caminham lado a lado aos interesses políticos de quem pretende interferir nas eleições de 2018 e restaurar a hegemonia da extrema-esquerda no debate público, tanto que o Facebook já se articulou com Agência Lupa, Aos Fatos e outras falsas agências de fact-checking para censurar opositores. 

Não é demais perguntar para Esther Solano se ela realmente acha que memes são mais perigosos do que a tática terrorista adotada por militantes de extrema-esquerda conhecida como Black Bloc, aquela defendida pela pesquisadora com unhas e dentes em dois bate-bocas seguidos (um com Jô Soares e outro com Márvio Lúcio, o Carioca). Qualquer um se lembra da destruição em São Paulo, da surra no coronel Reynaldo Simões Rossi, do assassinato do cinegrafista Santiago de Andrade no Rio e de outros episódios de selvageria e ataques diretos contra o Estado praticados pela militância radical que é defendia pela asquerosa Esther Solano, mas ninguém lembra de um meme provocando algo semelhante. Se Esther não provar o contrário com fatos, estará admitindo que é uma estelionatária a serviço de uma agenda nefasta. 



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