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Lula está preso há um mês. E nada de convulsão social no Brasil.


O ex-presidente Lula está preso desde o dia 05 de Abril. A prisão se deu após uma longa encenação por parte do petismo, que chegou a simular as cenas da paixão de Cristo (com direito a militantes carregando ramos de flores e Lula carregado nos braços dos fiéis). Todo o circo de horrores se desenrolou aos olhos complacentes das autoridades que permitiram que o macabro acontecesse.

Mas não é este o assunto, já que isso foi inesperado. O que foi prometido, anunciado e aguardado foi a tal convulsão social. Era previsto uma revolta generalizada, caos nas ruas, sangue no asfalto, saques, mortes, selvageria. Até houve certa selvageria por parte de petistas como no caso do vereador que atirou um empresário contra um caminhão em movimento. Mas foram casos pontuais. Não houve nem um centésimo da comoção anunciada.

Mas qual a razão disso?

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Foi bem simples: aconteceram atos pontuais de barbárie, mas eles foram praticados pela extrema minoria radical que apóia o presidente criminoso justamente por conta de seu plano de poder. Eles só estão com Lula porque ele se propôs a tomar de assalto o Estado e imolar a democracia.

Pelo sim ou pelo não, o fato é que não houve qualquer clamor por parte do brasileiro médio. Este não suportava mais o governo daquela facção criminosa, que além de tentar solapar a democracia ainda jogou o país na maior crise dos últimos anos.

Não houve qualquer ação popular em favor de Lula. Não houve comoção, clamor ou algo parecido. O pacato cidadão ficou foi feliz diante do fato histórico de ver uma grande autoridade responder por seus crimes. A vergonha pela análise vergonha fica por conta de quem comprou o estelionato retórico da extrema-esquerda, como foi o caso do governador Geraldo Alckmin e até do ex-prefeito de São Paulo João Doria - que se envolveram na cortina de fumaça lançada pelos ideólogos defendendo a narrativa falsa de que Lula ainda possuía qualquer apoio popular relevante. Como disse nosso ex-presidente Fernando Collor, a verdade não é filha da autoridade - ela é filha do tempo. 

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