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Leandro Karnal deixa a máscara de isentão cair ao rasgar seda para o miliciano Boulos, aquele herdeiro de Lula que explora miseráveis


O filósofo e historiador Leandro Karnal é figura recorrente na internet graças ao ar blasé e a máscara de isentão com a qual ele costuma se apresentar ao público. Sempre arrogando para si a posição do entendimento, da moderação e do sofisma, o acadêmico conseguiu cavar uma bela posição entre os formadores de opinião brasileiros: sem se declarar o que quer que seja, Karnal consegue passar fora do radar da maioria que não tolera mais o extremismo das esquerdas. Quem sempre combateu o farsante sabe que é difícil demonstrar que o homem que fala imitando pregador do templo não passa de um embuste. Ao menos ele teve a grandeza de facilitar desta vez. 

Em sua rede social ele declarou que vota em Boulos, que ele é um moderado que luta contra as consequências da desigualdade. Em seus sofismas simulados o acadêmico diz que a única dificuldade para o PSOL mudar o atual cenário de coisas e trazer mudanças positivas é a falta de representatividade na Câmara - mas não o fato de se tratar de uma organização de extrema-esquerda que tem a pretensão de assassinar a democracia e em seu lugar instalar um regime aos moldes bolivarianos (mas com maconha e amor livre). 



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Karnal, que se tornou famoso ao comparar os corruptos pegos pela Operação Lava Jato com os espertalhões que furam fila, simplesmente não mencionou o fato de Boulos e outros "lutadores" coagirem gente humilde para transformar cidadãos em gado no curral ideológico das esquerdas. Que esta gente explora de forma cruel quem não tem nada, que essa gente consegue reunir as competências da farsa ideológica e da organização de quadrilha. 

Karnal, aquele que disse que o problema da corrupção era a sociedade quando quis justificar os crimes imputados ao petismo, é muito bom quando joga mascarado, mas se expõe demais quando tenta ousar. Deixou todo mundo saber que seu referencial de homem público e democrata é um sujeito que odeia a democracia e as instituições, que pretende governar como um tirano e que se tornou herdeiro político do maior criminoso político do país, sim, o infame Luís Inácio. A seda rasgada por Karnal revelou uma coisa sobre ele: qual ponto para ele é inegociável. Tempos atrás este figura compartilhou uma foto de um jantar com o juiz federal Sérgio Moro, e como era de se esperar foi enxovalhado pela extrema-esquerda. Logo depois apagou a foto e pediu desculpas aos possíveis ofendidos, afirmando que era um democrata que apoiava a Lava Jato observando pontos de divergências pontuais. Com Boulos foi o contrário: sapecou sua admiração colegial pelo aspirante a Lênin que cobra aluguel de miseráveis em prédios que não lhe pertencem e deu de ombros para as milhares de críticas que recebeu. Isso deixa claro que o mago se importa mais com as opiniões da extrema-esquerda do que qualquer outra posição possível. Não é atoa que ele chamou de "direita delirante" os que defendem a neutralidade do ensino público. O que Karnal não quer é que seus colegas lacaios de Boulos e Lula sejam impedidos de despejar seu conteúdo tóxico na mente de jovens em formação.

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