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Lançar tipos esquizofrênicos como Márcia Tiburi como candidatos majoritários é o melhor que o PT pode fazer pelo Brasil


Jornais e revistas comentam a mais recente decisão do Partido dos Trabalhadores: substituirão a candidatura do chanceler Celso Amorim pela filosofa Márcia Tiburi. Foi uma escolha acertada, a melhor que o PT poderia fazer pelo país.

Vejamos: Celso Amorim foi diplomata e comandante máximo da política externa praticada pelo lulopetismo. Foi ele o operador da aproximação do Brasil com o Eixo do Mal latino-americano. Celso Amorim é um tipo tão canalha quanto qualquer outro dentro daquela organização criminosa que opera sob a fachada de partido, mas é inegavelmente superior a esquizofrênica Márcia Tiburi, a professora universitária promovida a filósofa pela Rede Globo.

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Quem Tiburi é? Qual a importância de sua obra, qual é a qualidade de seu pensamento sobre o Brasil e a sociedade? Dentro do culto vermelho o papel de Tiburi se resume ao de pregadora louca do templo. Tão instável que por vezes vê na corrida o melhor argumento contra seus adversários políticos. Mesmo que os tais adversários sejam garotos de vinte anos. Mesmo que os tais adversários sejam garotos chamados por ela de fascistas.

Aí está. Amorim é minimamente habilidoso para ser ao menos candidato, enquanto Tiburi é uma louca aspirante a tomar o lugar de Marilena Chauí como Suprema Sacerdotisa da Loucura. Amorim é o petista frio que apunhala pelas costas sem que você perceba. Certamente o melhor é que  a filósofa do Multishow seja a candidata ao governo do Rio: Amorim pode até enganar com sua fala e seu aspecto de bom velhinho, enquanto Márcia deixa transparecer na cara que seu lugar é em algum asilo manicomial. Ao menos não deixará o eleitor cair no erro de digitar 13 nas urnas. 

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