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Boulos não está sendo cobrado por esta invasão em específico, mas por ser o principal promotor e entusiasta da prática


Logo cedo os militantes de extrema-esquerda que atuam no jornalismo se adiantarão para esclarecer que a invasão do edifício Wilton Paes de Almeida "não era de autoria do MTST (Movimento dos Trabalhadores Sem Teto), liderado pelo criminoso Guilherme Boulos. Até o respeitado Estadão se deixou levar por esta indignidade.

Óbvio que não se vai apontar a culpa para quem não tem, e no caso específico Boulos não estava na cena do crime. Mas o fato dele ser associado e moralmente responsabilizado pela opinião pública não só e compressível e aceitável como até natural e lógico: é justamente ele o maior promotor e entusiasta da prática, da qual conseguiu emergir no debate público como ativista a ponto de conquistar a pré-candidatura presidencial pelo PSOL e se tornar um dos herdeiros do testamento de Lula naquele ritual de missa negra realizado a frente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC.

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É impressionante o esforço homérico que a extrema-esquerda faz para desassociar Boulos de uma prática nefasta na qual ele é o nome mais proeminente. Ainda mais quando ele próprio fez questão de dizer que não era o autor, mas que reiterava seu apoio a prática. Estamos falando do mesmo sujeito que vê virtude na barbárie e lucros no caos. Como então separar Boulos destes fatos?

Vamos lembrar que não houve qualquer acusação importante ou perseguição a Boulos neste episódio, apenas a lembrança de que as práticas de banditismo adotadas pelo extremista fornecem o caldo perfeito para a ocorrência de tragédias como a de hoje. Quando não é isso é a morte de pessoas nos atos violentos que o playboy terrorista promove. Sendo assim, não há que se livrar a cara dele deste episódio.

O fato inconteste aqui é que a sociedade já vislumbrou que há canalhas que se beneficiam das mazelas sociais, que fazem gente humilde de gado e que se beneficiam do caos como palanque político. O que as pessoas não aceitam é que as pretensões totalitárias de criminosos como Boulos, Stédile, José Rainha, Aristides Veras e outros tantos bandoleiros seja uma alternativa legítima para a promoção da agenda suja destes extremistas. Só quem vê alguma nobreza nos porcos são os jornalistas e formadores de opinião que se sujam neste mesmo chiqueiro.


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