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Aliada da tropa da censura, petista Erika Kokay usa notícia falsa para justificar projeto stalinista contra "fake news"


Já faz algum tempo que este blog trata da política de caça as bruxas camuflada de "combate as fake news". Desde o começo denunciamos a ação de extremistas de esquerda travestidos de Polícia da Verdade. Felizmente a tese se mostra verdadeira a medida em que o tempo avança. É o caso de um projeto de lei apresentado pela deputada federal Erika Kokay (PT/DF). 

O projeto de lei 9.931/2018 de Erika Kokay é ousado: ele não pretende apenas "criminalizar a produção de notícias falsas", como também deseja punir quem compartilhar ou reproduzir este conteúdo. O grande detalhe aqui é que a deputada utiliza uma notícia falsa para justificar seu projeto. A notícia que fundamenta a questão é aquele falso estudo da USP que acusa o MBL de ser o maior difusor de notícias falsas no Brasil. Como se sabe, o estudo é atribuído a AEPPSP (Associação dos Especialistas em Políticas Públicas de São Paulo) e ao Monitor do Debate Público, sendo que ambos já negaram qualquer estudo neste sentido - alegando que tal estudo jamais existiu. Ou seja: a deputada quer prender pessoas utilizando uma fraude como justificativa. 

Veja o que diz o Política na Rede:

Na justificativa de seu projeto, a deputada escreve: “Recente levantamento feito pela Associação dos Especialistas em Políticas Públicas de São Paulo (AEPPSP), com base em critérios de um grupo de estudo da Universidade de São Paulo (USP), apontou os maiores sites de notícias do Brasil que disseminam informações falsas, não-checadas ou boatos pela internet, também chamadas notícias de ‘pós-verdades’. O estudo da AEPPSP utilizou os critérios do “Monitor do Debate Político no Meio Digital”, desenvolvido por pesquisadores da USP, ferramenta que monitora compartilhamentos de notícias no Facebook e revela o alcance de notícias publicadas por sites que produzem conteúdo político ‘pós-verdadeiro’ para o público brasileiro”. Esta notícia já foi desmentida inúmeras vezes pelos pesquisadores apontados como autores do "estudo"
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Fosse essa a real intenção da petista, estaríamos diante de um retrocesso de aspecto draconiano. Mas Erika faz pior: o que ela deseja na verdade é lançar na cadeia seus adversários políticos. Mais uma vez chamamos atenção para a sutileza do golpe: vivemos em uma democracia (capenga, mas democracia). Caso alguém se sinta ofendido com uma notícia falsa, ele tem o direito de recorrer a Justiça. Exemplo disso é o senador Ronaldo Caiado, que recebeu uma indenização de R$ 1,5 milhão do escritor Fernando Morais (aquele extremista responsável por biografias dos que mais se destacam nos esgotos da esquerda). Morais havia dito em livro que o senador tinha um plano para esterilizar mulheres nordestinas envenenando reservatórios de água da região. Caiado (que é casado com uma baiana), processou o autor da mentira. É assim que funciona em estados democráticos. 

Dito isso, fica claro que não é necessária mais uma lei contra as notícias falsas. Aliás, são desnecessários até mesmo esses projetos e ações contra este tipo de coisa. Uma notícia falsa logo será desmentida, e eventualmente o ordenamento jurídico oferece soluções de punição e reparação do dano. Dizer que é necessário prender ou qualquer coisa neste sentido só atende aos interesses de fascistas como Erika Kokay. 

Claro, ela não quer esclarecer coisa alguma. Ela deseja apenas satisfazer o fetiche stalinista da velha esquerda brasileira, que desde o princípio utiliza destes artifícios para se promover. Imaginem se estas falsas agências de checagem e estas leis existissem no começo da Operação Lava Jato. Um jornalista daria a notícia, que seria desmentida pelos militantes homiziados nestes espaços falsamente isentos. Daí viriam os pretores do petismo para acusar a mídia de mentir, assim como fizeram durante os últimos anos. Diriam que era golpe, os jornalistas e veículos seriam imolados e os responsáveis encarcerados. Exatamente como é feito na Venezuela de Nicolás Maduro. Exatamente aquela ditadura tocada por carniceiros que é vista como exemplo de conduta pelo petismo, a ideologia suja por trás dos delírios de Erika Kokay.


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