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Vandalismo contra Pateo do Collegio não é só agressão a um prédio público, mas sim a história dos paulistas


O Pateo do Colégio amanheceu sujo após o ataque ainda não esclarecido. Na fachada do prédio a inscrição "Olhai por nóis".

O Pateo do Collegio representa o marco histórico onde a cidade de São Paulo foi fundada, justamente como vila que se originou no entorno do colégio jesuíta fundada pelo jesuíta Manoel da Nóbrega em 25 de Janeiro de 1554.

As características do ataque narradas ao G1 por um morador de rua que testemunhou a cena indicam que se trata de mais um ataque promovido por grupelhos de extrema-esquerda. A sociedade paulista é sempre alvo de polêmicas levantadas por grupelhos que querem destruir ou reescrever a história do Estado.

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Como parte desta estratégia, estes grupos volta e meia atacam monumentos que remetem a formação histórica do Estado e da cidade. Em 2016 atacaram ao mesmo tempo o Monumento as Bandeiras e a estátua de Borba Gato em Santo Amaro. Foi o suficiente para se levantar o debate sobre a validade das homenagens aos bandeirantes, que segundo eles são genocidas. No caso do Pateo do Collegio já se argumenta que os jesuítas "oprimiram indígenas" e que o marco não tem valor histórico por ter sido construído pelos militares.

Nada disso invalida a história do local. O que a extrema-esquerda quer é fazer menosprezar a história paulista. Os que adoram ditadores psicopatas querem fazer crer que os paulistas se envergonhem de sua história exatamente para se apresentarem como única alternativa moralmente aceitável. São canalhas fraudando a história. Querem sugerir que nossa sociedade caminhará para o progresso civilizatório se optarmos por suas teses esquizofrênicas

Esta agressão não deve ser encarada como um simples vandalismo a um prédio público, mas sim como uma agressão contra os paulistas. Se hoje somos o povo excepcional que somos, isso se deve aos homens que subiram a serra para fundar a vila que se transformou na Locomotiva do Brasil. Quem praticou este ato torpe deve ser severamente punido, já que atentou contra nossa identidade. Se estes canalhas estivessem mesmo preocupados com os excluídos e com as vítimas, teriam refletido na frase "Olhai por nós" antes de pichar a expressão nas paredes. Teriam ao menos oferecido ajuda aos moradores de rua que se assustaram com o ataque. Mais uma vez vemos a escória extremista exigindo dos outros aquilo que eles próprios não praticam.


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