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Professora da Federal de Pelotas ameaça alunos de Direita. "Quero ver almofadinha coxinha levando pau", disse a doutora


Notícia do Estado de Minas:

Uma professora da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) resolveu não só se posicionar politicamente nas redes sociais como ameaçar os próprios alunos. Rejane Barreto Jardim, professora de História Medieval é doutora e coordena o Laboratório de Estudos Feministas do departamento de História da instituição disse, em postagem no Facebook, que os estudantes que apoiaram o impeachment de Dilma Rousseff "serão cobrados com juros pela vida".
"Fascistas têm de morrer, um a um, e me inscrevo para essa missão”, disse a professora, que classificou os alunos como “golpistas” e “grotescos estúpidos”. Segundo ela, a origem de sua revolta está no “ódio de classe”. “Odeio burguês. E você, cuide-se para saber de que lado está”, afirmou.
Na segunda-feira, colegas e apoiadores da professora fizeram um ato em sua defesa. Durante a manifestação de apoio, a professora descreveu suas postagens como "irônicas" e criticou quem não conseguiu entender sua verdadeira intenção. As postagens da docente foram apagadas da rede social.
As declarações de Rejane foram encaminhadas ao Ministério Público Federal, que vai apurar o caso e já determinou comunicação ao Instituto de Ciências Humanas e à Reitoria da UFPel para que se manifestassem sobre o comportamento da professora.
Logo após as postagens, a “comunidade pelotense” se manifestou em petição, pedindo “a imediata exoneração da funcionária pública federal, bem como a instauração de um inquérito investigativo acerca de sua possível periculosidade para a sociedade”.
POSICIONAMENTO
Em nota oficial, a UFPel informou que os órgãos competentes da universidade analisarão condutas que violem a liberdade de expressão e que “não se deixarão pautar por pressões políticas de quem quer que seja”. A nota diz ainda que “a liberdade de cátedra é imprescindível para que a Universidade cumpra seu papel social, desde que respeitada a pluralidade de ideias”. “A discussão de temas sensíveis, especialmente àqueles referentes à dinâmica política da nação, é não somente permitida, mas também desejável.”
A Associação dos Docentes da UFPel (ADUFPel SSind), por outro lado, publicou nota de apoio à professora, denunciando o que seria uma "perseguição" contra ela. “Não toleraremos nenhuma forma de perseguição política aos professores e professoras que lutam por uma sociedade mais justa! Estaremos na luta, com todas as medidas possíveis, para proteger nossos direitos.”

Veja os prints da professora:



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A pergunta que não quer calar: O MEC e a Universidade Federal de Pelotas pretendem mesmo manter esta senhora desequilibrada entre o corpo docente? Não se trata de uma professora que tenha demonstrado a opção pela esquerda, algo perfeitamente democrático. Trata-se de uma sociopata pregando retaliação a alunos por conta de suas opções ideológicas. Onde está a pluralidade do ambiente acadêmico, onde está a liberdade de expressão garantida pela Constituição? É isto que esta professora extremista está ameaçando.

A propósito, é bom perguntar onde anda o Ministério Público, tanto o Federal quanto a representação gaúcha. Como é possível que um professor concursado ameace alunos com retaliação e até com possível uso de violência?

Não é só a sociedade pelotense que exige respostas, a sociedade brasileira também aguarda o posicionamento das autoridades contra a professora. Afinal de contas, a postura antidemocrática e fascista de Rejane Barreto Jardim não só representam assédio e violação de direitos de alunos da instituição pública, mas também graves precedentes contra o estado democrático de direito. 

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