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Professor militante de extrema-esquerda xinga policiais e pastores antes de expulsar simpatizante de Bolsonaro de sala de aula



Para começar este comentário, sugiro que vejam o vídeo. 



É isso mesmo. Tudo verdade. Como vivemos tempos orwellianos onde falar a verdade e reportar fatos noticiados na mídia é visto como fake news, deixarei aqui a transcrição feita pelo jornal Tribuna do Ceará

– “De que livro você tirou isso aí?”, questiona o professor.
– “Não importa”, respondeu o aluno.
– “Importa. Eu estou falando a verdade. Quem tá mentindo pra você é o policial imbecil ou o pastorzinho vagabundo da sua igreja”, reagiu o professor.

Ainda segundo a Tribuna do Ceará, o Sindicato dos Professores e Servidores da Educação e Cultura do Estado e Municípios do Ceará (Apeoc) emitiu uma nota em solidariedade ao professor. No texto, o movimento afirma que o vídeo foi editado, sendo divulgado fora de contexto. Além disso, denunciou a restrição de liberdade e da autonomia pedagógica.

“Não podemos aceitar ser patrulhados por nossas opiniões e visões políticas! Não podemos ser julgados e condenados a partir de vídeos editados e fora de contexto! Não é assim que se faz educação, não é assim que se constrói conhecimento”, informou o movimento.

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Claro que não se espera outra postura de sindicatos, que aqui no Brasil foram reduzidos a meros aparelhos do petismo. Vamos nos lembrar que os lacaios do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo disse repudiar as agressões contra profissionais de imprensa ao mesmo tempo em que acusaram os veículos pela violência ao mesmo tempo em que disseram que isso só terá fim com "Lula livre" e com a "restauração da democracia". Ora, se o sindicato das vítimas se comporta assim, a nota de solidariedade do sindicato da qual o agressor faz parte em outro contexto é perfeitamente coerente com a postura regressista do petismo (ainda que o fato seja lamentável e asqueroso).

Isto é vergonhoso. O tal professor não passa de um monstro moral. Não está claro o que foi dito pelo aluno para deixar o aluno tão revoltado, mas fica claro que o sujeito não tem as mínimas condições de lecionar, já que se trata de um truculento militante de esquerda. Como é bom lembrar de tempos em tempos, este blog não apoia a candidatura de Jair Bolsonaro. Parte considerável das idéias do parlamentar vão de encontro ao que entendemos ser o conservadorismo de fato. Isso nos dá o privilegiado lugar de isenção neste debate. Se há uma vítima aqui, a vítima é o aluno apoiador de Bolsonaro. Não só ele, como também a própria democracia sai arranhada após este lamentável episódio. 

Que tipo de sociedade aceita um professor humilhando um aluno em classe por conta de suas convicções políticas? Que tipo de sociedade permite que crianças e adolescentes sejam sequestrados por abusadores ideológicos? Mais: que democracia permite que escolas e universidades sejam transformadas em madraças vermelhas? 

O vídeo é absurdo. Por mais que se defenda a autoridade do professor em sala de aula, é inadmissível que um educador se refira a tais termos a uma categoria profissional como a dos policiais, ou que vilipendie seguimentos religiosos inteiros. O tal professor é um embusteiro, um criminoso, um delinquente que merece ser processado por entidades religiosas e por policiais por conta de sua fala. Não só por eles, mas também pelos pais dos alunos. Sim, o professor permitiu que a agressão fosse gravada enquanto exercia seu sadismo contra o contraditório. Como é bom lembrar, o ambiente escolar deve ser um ambiente plural. Não é um contexto que admita gorilas totalitários contra estudantes.

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