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O desespero de Dilma com a delação de Palocci: por que a mulher honesta perdeu a linha?

Dilma Rousseff está desesperada: mesmo antes de qualquer divulgação, começou a circular nas redes sociais e em diversos portais de notícia que o ex-ministro Antonio Palocci havia delatado os ex-presidentes Lula e Dilma.

Dilma perdeu o prumo: emitiu justificativas confusas, tremeu, estrebuchou e entrou em contradições. Disse que Palocci mentia. Disse que o ministro que ocupou exposições importantes em todos os governos petistas é um mentiroso. Vejam a nota patética da senhora Janete:

Em nota de esclarecimento, Dilma diz que ex-ministro mente para sair da cadeia e não tem provas para sustentar acusações a ela ou Lula. Ex-presidenta também critica jornalismo de guerra da GloboA propósito da notícia veiculada no jornal “O Globo”, nesta quinta-feira, 26 de abril, informando que o senhor Antonio Palocci teria assinado acordo de delação premiada com a Polícia Federal, a assessoria de imprensa de Dilma Rousseff esclarece:
1. O senhor Antonio Palocci volta a mentir ao dizer que teria participado de uma reunião com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a então ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e o então presidente da Petrobras, Sergio Gabrielli, ocorrida em “meados de 2010”, no Palácio da Alvorada, para falar de financiamento de campanha. Essa reunião nunca existiu.
2. Como a própria Dilma Rousseff já havia apontado, em setembro passado, o senhor Antonio Palocci falta com a verdade. A tal reunião e outros encontros mencionados pelo jornal para tratar de acertos de propinas ou de “contratos do pré-sal” jamais existiram. São peças de ficção.
3. A delação implorada do senhor Antonio Palocci tem um problema central. Não está sustentada em provas. E ele não as têm porque tais fatos jamais ocorreram.
4. No esforço desesperado de obter a liberdade, o senhor Antonio Palocci cria um relato que busca agradar aos investigadores, na esperança de que possam deixá-lo sair da prisão.
5. A submissão da verdade ao capricho de investigadores obedece à mesma lógica dos inquisidores que cometiam abusos, sobretudo físicos, nos presos, em outros tristes tempos, para arrancar confissões.
6. Lamentável é que a “confissão” sem provas tenha se tornado o retrato desses nossos tempos, em que, a cada dia, o Estado de Exceção vai corroendo a frágil democracia e suas instituições. Nada estranho, agora, que até a presunção de inocência passe a ser negada ou esquecida, e sempre combatida.
7. “O Globo”, mais uma vez, deixa de lado os princípios jornalísticos. Não procura ouvir os “acusados”, nem publica qualquer linha sobre o que pensam os advogados dos dois ex-presidentes. Não há sequer uma menção de que ambos teriam sido procurados, o que mostraria ao menos um aparente compromisso do jornal com a verdade, base da ética de uma imprensa livre de países democráticos.
8. Por fim, é preciso reiterar que o jornalismo de guerra praticado pelas Organizações Globo vem tentando eliminar Lula e Dilma da vida política nacional, adotando como regra o justiçamento midiático. Em vão. Não terão êxito.

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Interessante: Dilma diz que o jornalismo do Globo é de guerra, sendo que apenas mencionaram a delação. Ela acusa a emissora mais vermelha do país de ser sua adversária apenas para desviar o foco. Ela pretende nos convencer de que a única emissora que teve um âncora chorando no dia da prisão de Lula é adversária do petismo. Quer nos fazer crer que a emissora que tentou atrapalhar os atos pela prisão de Lula atacando o MBL é uma ameaça. Pior: tenta reafirmar que está tranquila quando seu desespero a denuncia. Dilma já foi bem melhor. Talvez seja o desespero...

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