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O botequeiro Gilberto Dimenstein pratica antijornalismo ao forjar fake news contra MBL


Algumas figuras torpes do debate público empesteiam o debate público com suas presenças. Como é o caso do ex-jornalista Gilberto Dimenstein, atual proprietário do Catraca Livre e proprietário de um controverso boteco que inferniza a vida dos moradores da Vila Madalena. Devido a inimizade e ódio que sente do Movimento Brasil Livre (que desmascarou detalhes inconvenientes de seus negócios), Gilberto partiu para a baixaria. Tentou processar o movimento e teve sua denúncia arquivada, além de ver divulgado na imprensa que sua suposta ONG está registrada na junta comercial como "Bar".

Por conta de todo este ressentimento, Dimenstein aproveitou a polêmica entre Arthur Moledo do Val e Ciro Gomes para acusar o Movimento Brasil Livre de fake news. Para isso se utilizou de uma análise forjada da página Time Ciro Gomes para espalhar em editorial que o MBL havia "manipulado" o vídeo. Ocorre que no mesmo dia o vídeo foi analisado pelo cineasta Marco Matheus, que atestou a veracidade do vídeo e ainda apontou algo muito mais grave: qualquer especialista de verdade saberia que acusação de edição de frames não se sustenta quando se analisa o detalhe da importação do arquivo em formato com frames a mais. Sendo assim, se houve a afirmação de que o MBL manipulou o vídeo - isso se deu por canalhice ou má-fé.


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Sendo assim, fica a pergunta: que tipo asqueroso teria coragem de acusar alguém de manipulação e fake news com base em algo tão duvidoso quanto a palavra de um militante simpatizante do político acusado de agressão? Ao que se sabe, Dimenstein se formou na prestigiada escola de jornalismo da Faculdade Cásper Líbero. Passou pelas redações da Folha de São Paulo, Jornal do Brasil, Correio Braziliense, Última Hora, revista Visão e Veja. Depois foi para a CBN, antes de fundar aquelas páginas sujas conhecidas como Catraca Livre. Cabe então perguntar: que tipo de jornalista toma como prova cabal a palavra de uma página militante como a "Time Ciro Gomes"? Se o referido jornalista usou esta evidência tão frágil para fundamentar sua acusação, isso prova que ele não está preocupado com os fatos e sim com seus sentimentos mesquinhos. Por isso resolveu mutilar a verdade apenas para realizar seus delírios inconfessáveis. 

Dimenstein não é mais jornalista. Atribui para ele a alcunha de ex-jornalista pois ele deixou de exercer tal profissão há muito tempo. Hoje Dimenstein é apenas um malandro, um embusteiro caluniador que vive de apliques retóricos como chamar um bar de espaço cultural e apresentar um vídeo de Ciro Gomes como laudo técnico. Só para refrescar a memória do leitor, o mesmo botequeiro chegou a chafurdar na lama tempos atrás quando tentou destruir a vida do jornalista Eduardo Bisotto e do blogueiro Roger Roberto. Acusou ambos de serem membros de uma organização criminosa apenas por terem publicado verdades sobre este lamentável senhor. O que Dimenstein faz agora com Arthur Moledo do Val e o MBL é justamente tentar arrastar para a lama em que ele habita os que contra ele se levantam. A estratégia é que, uma vez que todos forem igualados a ele em torpeza, as leviandades do botequeiro serão aliviadas. Que ele não pense que isso ficará impune. 

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