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Lacaios do petismo invadem call center da Riachuelo em protesto contra prisão de Lula. Criminosos querem se impor pelo medo



Notícia do Diário Nacional. Comento na sequência.  

Nessa quarta, 11, foi divulgada pela TV Folha uma entrevista de Flávio Rocha, pré-candidato à Presidência pelo Partido Republicano Brasileiro e CEO das Lojas Riachuelo. Quando questionado sobre as milícias de esquerda, falou a verdade: o MTS e o MTST praticam terrorismo. Acesse a matéria da Folha para assistir ao vídeo da entrevista clicando aqui.
Nessa noite, conforme informado pelo O Antagonista, milicianos da extrema-esquerda invadiram o call center da Riachuelo em Natal, RN, sob o pretexto de ser um ato “pela liberdade de Lula”.
Não é a primeira vez que a empresa sofre com o vandalismo da extrema-esquerda.
Em fevereiro, com medo da ascensão do liberalismo promovido pelo Movimento Brasil 200, liderado por Rocha, um grupo de milicianos picharam uma das lojas da rede, e promoveram campanha para que outras empresas de propriedade dos empreendedores que assinaram o manifesto do Brasil 200 fossem depredadas também.
Veja a mensagem que circulou pelas redes sociais:


No dia da mulher, integrantes do MST invadiram uma fábrica têxtil do Grupo Guararapes, dono da Riachuelo. Naquela ocasião, as trabalhadoras da Guararapes colocaram os milicianos para correr.
Em breve mais informações.
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Notem como são os criminosos: querem se impor pelo medo. Acuada, a extrema-esquerda mostra os dentes e avança em quem atravessa seu caminho. A Riachuello já havia sido alvo de ataques recentemente, quando mulheres ligadas aos grupelhos terroristas do MST bloquearam a entrada da fábrica da Guararapes, também localizada no estado do Rio Grande do Norte. E qual seria o objetivo da agressão? Intimidação pura e simples. 

O que é estranho é que nenhum dos criminosos que promovem estes ataques jamais cogitou fazer o mesmo com a Odebrecht, com a OAS, a Camargo Correa, a Engevix ou qualquer uma das empresas envolvidas no esquema desmantelado pela Operação Lava Jato. Nunca ousaram protestar contra representações de governos estrangeiros envolvidos no escândalo com Cuba, Venezuela, Angola e Argentina. Não são eles os justiceiros, os paladinos da moral? O que eles pretendem é criminalizar o exercício da política - não por ricos empresários como de fato é o caso de Flávio Rocha, mas sim calar a voz de ricos empresários que não defendem a agenda suja do petismo. 

Bom esclarecer que o mais sensato é enfrentar quem pratica banditismo e cobrar das autoridades competentes que façam seu trabalho para punir os criminosos. Não se deve calar diante da ameaça totalitária. Enquanto a democracia ainda estiver viva no Brasil, lugar de bandido é na cadeia - o que se aplica tanto ao criminoso chefe da quadrilha quanto aos seus jagunços anônimos nas ruas. 



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