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Imprensa e "especialistas" devem pedido de desculpas a Trump após histórico encontro entre Kim Jong-un e Moon Jae-In


Hoje o mundo se surpreendeu com as imagens do ditador da Coreia do Norte cruzando a zona desmilitarizada entre a fronteira entre as duas Coreias pra se encontrar com o presidente da Coréia do Sul Moon Jae-in. Kim Jong-un cumpriu a promessa feita a comunidade internacional de que iria marcar um encontro com o presidente sul-coreano para estabelecerem um acordo de paz. 

É preciso lembrar que ninguém nunca imaginou que algum dia algum chefe da família Kim cruzaria o Paralelo 38 para negociar a paz. O fim do programa nuclear do país era algo imaginável apenas em sonhos. Neste 27 de Abril vimos o improvável se tornar história. 

Bom lembrar que tal só foi possível graças a intervenção firme e pouco ortodoxa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Dono de uma retórica singular e de modos impetuosos, o republicano pouco afeito a convenções e protocolos foi o mentor intelectual do fato. Foi ele quem colocou Kim Kohn-Un contra a parede, forçando o tirano a aceitar seus termos. Foi ele quem pressionou a China a colocar freio no excêntrico ditador acostumado a brincar de Deus. 

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Conveniente lembrar também que a mídia internacional e seus analistas preferiram atacar o líder do mundo livre ao invés de censurarem a tirania dos Kim. Trump passou a ser visto como o elemento beligerante, como se as ameaças do comunista louco fossem minimamente aceitáveis. Kim começou a lançar misseis no Mar do Japão enquanto ameaçava apertar botões contra a Coréia do Sul. Para reagir, Trump se valeu da severa embaixadora americana Nikky Haley para declarar em plena ONU que os Estados Unidos poderiam destruir a Coréia do Norte. Kim não acreditou no que seus ouvidos ouviram e no que seus olhos viram, e partiu para a provocação mencionando seu botão nuclear. Foi quando Trump lembrou que seu botão era muito maior, e que poderia fazer o "homem foguete" se tornar apenas uma lembrança de um passado triste. Foi este o elemento que fez com que os norte-coreanos aceitassem um termo.  

É claro, o fato de hoje não representa o fim das tensões ou mesmo da própria guerra entre as Coreias - conflito que em tese se arrasta a mais de sessenta anos. Bom lembrar que a reunificação ainda se mostra uma utopia, já que a função da Coreia do Norte é justamente funcionar como um tampão geopolítico para a China - a principal fiadora do regime. Eles não vão abrir mão de seu cão de guarda. Da mesma forma o próprio Kim Jong-un não deverá promover qualquer reforma ou abertura política em sua fazenda humana. Ali ele é um Deus, e promover esta mudança significaria negar não só sua palavra, mas a própria divindade. No entanto é necessário notar que a ousadia de Trump foi preponderante para que vislumbrássemos uma possibilidade de estabilização na península. Enquanto o fraco Barack Hussein Obama abria mão da própria dignidade para agradar o ditador, Trump partiu para cima avisando que não cederia nada. O fraco progressista Barack Hussein só não foi devidamente desmascarado em suas responsabilidades por ser o queridinho da mídia amestrada e das figuras subalternas que ainda tentam monopolizar a informação. Se fosse ele o responsável por este acordo, certamente iriam encomendar estátuas de ouro de seu ídolo dos pés de barro. Como foi Trump, eles agora se dividem como baratas: alguns desdenham do feito repetindo o óbvio enquanto outros macaqueiam que a vitória foi do regime. Seja como for, o fato é que as ações de Trump desencadearam uma histórica tentativa de acordo de paz. É o suficiente para que a grande mídia e seus especialistas sejam obrigados a fazer um pedido de desculpas ao presidente dos Estados Unidos.

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