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Felipe Neto tem razão: a grande imprensa moribunda se uniram aos jagunços da extrema-esquerda para matar a mídia independente


Por razões diversas, não sou fã do Felipe Neto. Não mais: quando ele surgiu eu era adolescente e gostava de seus vídeos, assim como os produzidos por PC Siqueira e até mesmo o asqueroso Ronald Rios. Isso já tem algum tempo, e não vale a pena discorrer sobre isso. O que deve ser discutido aqui é a liberdade de expressão e a ação criminosa de setores da grande imprensa que desejam sobreviver consumindo a carne de outros seres humanos. 

Antes de tudo, vamos falar da origem da polêmica: tudo começou com um artigo da asquerosa Rita Lisauskas no Estadão. A moça resolveu há algum tempo abandonar o jornalismo e se dedicar exclusivamente a militância canalha. Mas não avisou ao público, que por vezes consome seu lixo acreditando se tratar de informação. Rita não gosta de youtubers, apontando estes produtores de conteúdo independente como uma ameaça a infância. Uma ameaça muito maior do que a presença dos pequenos em exposições com temática adulta (tanto que a própria moça afirmou que o MBL era o Taleba, já que o movimento se indignou contra a presença de alunos de escolas públicas das primeiras séries do primário nestas mostras). Enfim, o artigo de Rita se intitula: "aaaaaa". Logo depois foi o jornal O Globo, das odiosas Organizações Globo. Felipe Neto respondeu de forma brilhante:





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Aos fatos: Felipe Neto pode ter inúmeros defeitos, mas é alguém que cresceu graças a liberdade de expressão e a possibilidade que as novas tecnologias deram a cidadãos comuns com o mínimo de habilidade de produzirem conteúdo alternativo. O conteúdo de Felipe e de outros produtores pelo mundo não se enquadra no formato da grande mídia, ou simplesmente não é produzido por lá por falta de interesse comercial, estratégico ou mesmo político. Que o digam os grandes canais da direita como Breitbart, InfoWars e Daily Wire. Nomes como Ben Shapiro, Paul Joseph Watson e movimentos como o Britain First também surgiram na internet. Aliás, o mesmo se dá no Brasil: Flávio Morgerstern, Rodrigo Constantino, Kim Kataguiri e o MBL... todos vieram da internet. Como tal, rivalizam não só com as pretensões comerciais dos grandes veículos como também com a narrativa por eles adotada. É aí que se insere a extrema-esquerda. Ávidos por controlar corações e mentes, seus lacaios se aliam aos barões da grande imprensa para calar as vozes dissonantes. 

O que acontece com Felipe Neto já aconteceu com o MBL: a imprensa começa a atacar os veículos independentes. Forjaram a tese de que um movimento não pode ter veículos que concordem com suas narrativas ou que veiculem pontos de vista minimamente favoráveis. As Organizações Globo chegaram até a tentar tirar a página do MBL do ar. O auge da ação criminosa foi quando Folha, Veja, Época, Globo e sites de extrema-esquerda inventaram que o MBL foi o principal propagador da fake news sobre a desembargadora que fez acusações levianas contra Marielle Franco. Na guerra o site de Luciano Ayan perdeu sua página no Facebook. O detalhe é que em momento nenhum se inventou o que quer que seja: a desembargadora de fato fez aquelas afirmações. A mídia se voltou contra o movimento por dois motivos: primeiro para desacreditar o movimento, e segundo pelo motivo mais mediocre: o movimento teve mais acesso em seu compartilhamento do Ceticismo Político do que os grandes veículos. Em resumo, há um medo generalizado da concorrência ideológica e da concorrência comercial. 

Sendo assim, cabe dizer que Felipe Neto está coberto de razão. Os que o acusam são embusteiros e estelionatários. A tal ex-jornalista Rita Lisauskas (que é partidária declarada do criminoso Luís Inácio) o atacou porque em certa feita ele afirmou que quem deveria controlar o conteúdo da internet não era o governo ou as plataformas, mas sim os pais. E tá errado? Não são eles os responsáveis máximos pela educação e bem-estar das crianças? Por mais que alguns youtubers produzam conteúdos deploráveis, qual a razão de criminalizar a profissão? O caso é que há uma campanha fascista contra o contraditório. É tempo de insurgir contra os lacaios do consórcio criminoso entre a grande imprensa e os militantes da extrema-esquerda. 

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