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Dilma mais uma vez destroça a narrativa do golpe: a criminosa participa de uma aliança entre PT e MDB em Minas


A ex-presidente Dilma Rousseff está causando grande estardalhaço nos últimos dias. Aspirante ao Senado Federal, a criminosa transferiu o domicílio eleitoral para Minas Gerais e já faz alianças para o pleito de 2018. O problema é que essa aliança foi costurada com o MDB - que nada mais é que o PMDB de Michel Temer que resolveu trocar de nome no começo do ano. 

Dilma passou meses viajando pelo Brasil e pelo mundo promovendo a falsa narrativa do golpe, tese mentirosa segundo a qual seu impeachment teria sido uma armação orquestrada pelo seu vice Michel Temer em conluio com o então presidente da Câmara Eduardo Cunha. A turnê foi patrocinada pelo contribuinte brasileiro a revelia. 

Agora Dilma tenta se viabilizar para o Senado em Minas. Claro, há alguns tropeços no caminho - como a delação de Antonio Palocci, seu ex-ministro. E também a delação do casal de marqueteiros Mônica Moura e João Santana. Ah, tem o inquérito de Pasadena também. Estes problemas importunam Dilma como aqueles cães raivosos que puxam a barra da calça do transeunte desavisado, mas a czarina destronada se apega em seus aliados. Do MDB, de Temer e Cunha. 

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Dilma não tem vergonha, claro. Mas poderia ao menos ser mais cautelosa. Não é de bom tom tentar vender um embuste tão grande quanto a falsa tese do golpe para depois tecer alianças públicas com os caras. Ela praticamente confessa que tudo não passou de uma fraude midiática para negar o óbvio: que o impeachment não era um desejo de ruptura da classe política (que jamais iria querer derrubar a presidente justamente para que a praga da insatisfação popular também não os atingisse), mas sim uma bandeira nascida nas ruas. Como não se briga com as ruas sem ser um Nicolae Ceausescu, o jeito é atribuir tal desejo a gente odiada como Eduardo Cunha e Michel Temer. 

Seja como for, Dilma destroçou a narrativa do golpe. Mais uma vez. Diga-se de passagem, quem é pior nesta história é o MDB. O partido deveria ter a decência de impedir em seu estatuto qualquer comunhão com o petismo desde que a quadrilha decidiu fulanizar a questão do impeachment como uma ação de Cunha e Temer. Dilma não pode ser penalizada moralmente pois é uma criminosa que desconhece qualquer prurido moral. Quando for dito que o MDB é pior que o PT, seus membros deverão engolir em seco. São eles que aceitam se rastejar na lama com um partido que não passa de uma organização criminosa com aspirações totalitárias.

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