Ads Top


Criminosos do Pateo do Collegio também foram responsáveis pelos ataques ao Monumento das Bandeiras e estátua de Borba Gato


As autoridades paulistanas identificaram os responsáveis pelo ataque contra o Pateo do Collegio, na região central. Segundo as autoridades, os responsáveis são João Luís Prado Simões França e Isabella Tellerman Viana. O crime foi confessado após a prisão. Na ocorrência o líder do grupo confessou também a autoria dos ataques contra o Monumento as Bandeiras e a Estátua de Borba Gato em Santo Amaro. As informações foram anunciadas pelo prefeito regional da Sé, Eduardo Oadloak. Como era de se esperar, os vândalos são alinhados a grupos de extrema-esquerda.


Como foi dito, no vídeo e adiantado por este blog na última terça-feira - havia um claro pano de fundo ideológico por trás de tais atos de vandalismo. Por coincidência o caso foi relacionado com os os ataques confessados pelo líder do bando mesmo antes do fato ser noticiado pela imprensa. Uma olhada rápida no perfil de Isabel no Facebook mostra que a moça cultua de fato a destruição, exibindo com orgulho um ato de vandalismo feito nos muros do estádio do Pacaembu (Estádio Paulo Machado de Carvalho) com a inscrição "Chora Doria", uma reação a política anti-vandalismo adotada pelo tucano.


continua depois da publicidade



O mesmo pode ser conferido também em uma matéria da revista Exame, onde se destaca o que foi adiantado por este blog ainda na última terça-feira (10 de Abril), logo após os fatos serem apresentados pela imprensa.

França foi ouvido pela polícia acompanhado de dois advogados e confessou a participação em “diversos” atos semelhantes. Segundo o delegado Casseb, ele e Isabela alegam motivação ideológica, pois a história do Pátio do Colégio está ligada à catequização de indígenas.
Para o delegado, a verdadeira motivação dos envolvidos é mercantil, pois os atos eram fotografados e vendidos na internet e para galerias de arte. “Ainda há um grande material a ser analisado”, disse durante coletiva de imprensa.
O delegado afirmou ainda que, como o caso é considerado um crime ambiental de natureza leve, os envolvidos devem ter a pena convertida pela Justiça para prestação de serviços.
O único caso que poderia resultar em prisão é o de França, se o poder judiciário decidir somar as penas de todos as pichações que já cometeu. Além disso, os envolvidos poderão ser multados em R$ 10 mil pela Prefeitura de São Paulo.

Como se vê, a intenção era mesmo ferir o orgulho dos moradores de São Paulo e a memória de quem construiu o Estado. Felizmente os extremistas irão pagar caro por seus crimes.


O Reacionário no Facebook:





[left-sidebar]

Tecnologia do Blogger.