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Ciro Gomes, o presidenciável aloprado: o coronel não tem condições emocionais de ocupar a presidência da República


A esta altura todos já estão cientes da cena de truculência protagonizada pelo ex-ministro Ciro Gomes contra o youtuber Arthur Moledo do Val. Não restam dúvidas quanto a agressividade, impulsividade e destempero do pedetista. Só nos restam mesmo algumas observações de caráter prático. 

O coronel Ciro Gomes não sabe ser diferente, seu caráter político foi forjado no autoritarismo. Mesmo o sobrenome de Ciro carrega consigo a naftalina nauseante da República Velha: sua família, o clã Ferreira Gomes está no poder desde 1890, quando Vicente Cesar Ferreira Gomes se tornou o primeiro prefeito de Sobral. Antes disso a família já havia ocupado cargos na administração sobralense e na província do Ceará. Não há como esperar algo de novo vindo de quem sempre teve o chicote nas mãos, olhando o povo como gado. 

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Ciro age como o escorpião, é um animal que não consegue agir contrário a própria natureza. A alma de quem se comporta como senhor de tudo o que sua vista alcança marcou a trajetória de Ciro. Quem não se lembra do coroné agredindo uma senhora que reclamou dos gastos com estádios. Ou enxotando manifestantes do Vem Pra Rua da frente de sua residência, precisando ser contido por Cid Gomes? O homem é um gorila de ternos, simplesmente não pode ser adestrado para conviver com os demais seres humanos de acordo com nossas normas de civilidade. 

O comportamento violento é até algo menor neste contexto. Ciro foi ali confrontado com duas falas suas que provocaram grande controvérsia: a de que havia conversado sobre sequestrar o ex-presidente Lula e levá-lo para alguma embaixada para que não fosse preso pela Operação Lava Jato e a de que iria receber a turma de Sérgio Moro na bala caso um dia fosse alvo da operação. Arthur disse que iria colocar na edição os episódios citados e irritou o coronel. O que Ciro não suportou foi ser chamado de mentiroso - mesmo sabendo mais do que qualquer um que ele de fato é um mentiroso, um estelionatário covarde que mente como quem respira. Ciro foi ali confrontado com duas falas suas que provocaram grande controvérsia: a de que havia conversado sobre sequestrar o ex-presidente Lula e levá-lo para alguma embaixada para que não fosse preso pela Operação Lava Jato e a de que iria receber a turma de Sérgio Moro na bala caso um dia fosse alvo da operação. 

É óbvio que Ciro mentiria. É de sua natureza. No momento em que ele disparou aqueles tiros, estava capitalizando com a turma da extrema-esquerda para se cacifar como presidenciável. Agora que está no PDT com a candidatura quase certa, não é mais conveniente carregar o cadáver de Lula nas costas. Daí a mentira se torna a melhor opção. Mais: Ciro não suporta o contraditório, já que nasceu em uma realidade paralela onde as pessoas abaixavam a cabeça para qualquer coisa dita pelo clã Ferreira Gomes. 

Imaginem este senhor nos debates presidenciais de uma das eleições mais tensas e acirradas da história. Será que ele terá este tipo de reação? Será que vai ameaçar receber adversários na bala? Irá agredir e expulsar quem optar pelo ataque verbal? Ciro Gomes é um aloprado, não têm condições mínimas de ocupar a presidência da República. Na verdade Ciro não tem estabilidade emocional sequer para ser candidato, mas como estamos falando do partido de Leonel Brizola - que destruiu o Rio de Janeiro e que foi uma das mais torpes figuras políticas da história, não se pode esperar qualquer decisão razoável por parte destes senhores. 

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