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Carmén Lúcia deveria ter vergonha de pedir "serenidade" após permitir que o STF operasse uma fraude para salvar Lula


A presidente do Supremo Tribunal Federal Carmén Lúcia publicou uma mensagem em vídeo em que pede "serenidade" aos brasileiros e respeito ao contraditório. O texto do pronunciamento de 3 minutos e 18 segundos foi divulgado antecipadamente pela assessoria do STF e deve ir ao ar pela TV Justiça a partir das 18h30.

Eis aqui um dos trechos mais relevantes:

Vivemos tempos de intolerância e de intransigência contra pessoas e instituições.
Por isso mesmo, este é um tempo em que se há de pedir serenidade.
Serenidade para que as diferenças ideológicas não sejam fonte de desordem social.
Serenidade para se romper com o quadro de violência. Violência não é justiça. Violência é vingança e incivilidade.
Serenidade há de se pedir para que as pessoas possam expor suas ideias e posições, de forma legítima e pacífica.
Somos um povo, formamos uma nação. O fortalecimento da democracia brasileira depende da coesão cívica para a convivência tranquila de todos. Há que serem respeitadas opiniões diferentes.
Problemas resolvem-se com racionalidade, competência, equilíbrio e respeito aos direitos. Superam-se dificuldades fortalecendo-se os valores morais, sociais e jurídicos. Problemas resolvem-se garantindo-se a observância da Constituição, papel fundamental e conferido ao Poder Judiciário, que o vem cumprindo com rigor.
Gerações de brasileiros ajudaram a construir uma sociedade, que se pretende livre, justa e solidária. Nela não podem persistir agravos e insultos contra pessoas e instituições pela só circunstância de se terem ideias e práticas próprias. Diferenças ideológicas não podem ser inimizades sociais. A liberdade democrática há de ser exercida sempre com respeito ao outro.

Serenidade. Ordem. Fortalecimento da democracia.

Será que a ministra fala sério?

Carmén Lúcia é provavelmente a pior presidente da história do Supremo Tribunal Federal, pior até que o nefasto Ricardo Lewandowski, o jurista da rota do frango com polenta. Chegou em pompa e circunstância, mais preocupada em produzir "lacres" para a imprensa venal do que em dirigir a corte que ao menos oficialmente é a guardiã da Constituição.


Se Carmén Lúcia não fosse tão fraca, tão superficial e incompetente, provavelmente não teríamos as jogadas ensaiadas entre Dias Toffoli, Marco Aurélio Mello, Celso de Mello, Gilmar Mendes e o já citado Lewandowski. Isto é, se a ministra for apenas incompetente. A hipótese de ter tomado parte naquela conspirata torna o cenário ainda mais nebuloso.

E depois esta senhora quer pedir serenidade.

É verdade que estamos a beira de uma ruptura constitucional que jogará o país no caos. É também verdade que o cenário político descamba para o enfrentamento nas ruas, ruína das instituições e ascensão do fascismo e populismo. E isso tudo é culpa daquela corte acovardada que não teve nem a decência de tomar a decisão do hc de Lula no mesmo dia - adiando a decisão para o dia 04 e concedendo uma indecente liminar ao condenado em segunda instância. O STF colocou Lula acima de sua própria institucionalidade, colocou Lula acima do próprio Estado brasileiro. O STF fez a democracia retroceder e voltar aos tempos do Antigo Regime, tendo justamente a porca figura do psicopata do ABC como o Rei Sol. É provável que esta nota deplorável da ministra seja consequência do suposto e suspeito ataque a tiros contra a caravana do presidiário de jure. Uma vergonha quase pornográfica.

E esta senhora ainda pede serenidade.

Não há serenidade pois não há ordem, o próprio STF fez questão de trucidar os últimos resquícios de institucionalidade e ordem. Dias negros se aproximam por conta daqueles leprosos togados. Carmén Lúcia não deve fazer mais nada pelo país, sua atuação desastrosa nos fez dançar a beira do abismo. O melhor que esta senhora pode fazer é fazer as malas e ir embora.


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