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Caos em São Bernardo mostra a canalhice do socialista Márcio França - aliado do PCdoB que sonha em conquistar os votos dos petistas


São Paulo virou palco do escárnio as instituições. O ex-presidente Lula decidiu não se entregar, a Polícia Federal decidiu não cumprir a ordem de prisão emitida pelo juiz federal Sérgio Moro (que por sua vez decidiu conceder uma série de mimos ao petista) e a Polícia Militar não fez o seu trabalho de dispersar a multidão e fazer o trabalho da polícia.

Do lado de fora do sindicato, um homem foi covardemente agredido e jornalistas foram atacados. Em uma jogada ensaiada, Lula simulou se entregar enquanto seus pelegos impediram sua saída. Tudo isso debaixo do nariz do novo governador de São Paulo, Márcio França, empossado ontem.

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Márcio França é do Partido Socialista Brasileiro. França é aliado do Partido Comunista do Brasil, e conseguiu atrair para o PSB o comunista histórico Aldo Rebelo (que deverá ser candidato do partido ao senado). Mais: França sonha em conquistar os votos petistas na disputa pelo governo do estado, já que ele pretende se candidatar a reeleição.

Ora, isso explica muito os motivos da inação da PM. Por mais que a gestão de Mágino Alves tenha logrado êxitos como a redução do número de homicídios para um dígito, a verdade é que agora ele trabalha sob nova direção. Sendo assim, não pode simplesmente fazer o seu trabalho - que é comandar as tropas para estabelecerem a ordem.

O governador Márcio França é cúmplice da anarquia lulista. França não o faz por ser frouxo, mas por negociar a honra dos paulistas em troca de migalhas eleitorais. Este canalha só chegou ao cargo por ser vice de Geraldo Alckmin, agora pretende subverter a ordem para atrair a simpatia política dos petistas. Enquanto os sulistas receberam Lula com o relho, os paulistas vêem o maior criminoso da história fazendo pouco das instituições. Pobre São Paulo, Pobre paulista.  

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