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Barbáries como a praticada pela Justiça Britânica contra Alfie Evans serão comuns no Brasil se os militantes do MPF triunfarem


Enquanto a sociedade britânica se vê na iminência de dispor da vida do bebê Alfie Evans da forma mais torpe possível, o Ocidente contempla a própria ruína: é possível que nossa sociedade reverta o progresso dos direitos humanos conquistados em anos de civilização. E os que patrocinam esta barbárie são justamente os falsos defensores dos Direitos Humanos. 

Para entender o caso: o bebê inglês Alfie Evans é portador de uma doença doença neurodegenerativa que está destruindo seu cérebro. Suspeita-se que a doença seja a mesma que vitimou Charle Gard, outro inglês que sofreu uma espécie de sacrifício por parte do Estado quando a Alta Corte Britânica e a Comissão Européia de Direitos Humanos entenderam que os aparelhos que o mantinham vivo deveriam ser desligados a revelia da decisão dos pais. Aos progenitores de Charle Gard e de Alfie Evans, o único direito por hora é o de enterrar o filho. Com uma legislação regressiva, é de se supor que em alguns dias o Estado queira dispor até dos restos mortais de crianças. Não há mais direitos naturais do homem, não há mais direitos dos pais, não há sequer a humanidade. A tendência da jurisprudência da selvageria é que homens e crianças sejam reduzidos a objetos encarados como propriedade do Estado.

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Enquanto nos debruçamos sobre a tragédia britânica, fruto do intenso trabalho de elites progressistas que de forma muito engenhosa tomaram para si o monopólio da virtude enquanto demonizaram a tradição ocidental, vivemos a mesma ameaça sinistra no Brasil. Por aqui há muitos militantes nas esferas do poder tentando destruir a moralidade e a ética cristã que norteiam os fundamentos de nossa sociedade. Para os ingênuos que problematizam "a ética secular protestante contra a rígida moral católica", lembrem-se de trapos humanos como a senhora procuradora Deborah Duprat. Para quem não se lembra dela, basta rever estas afirmações de aspecto nazista proferidas pela distinta integrante do Ministério Público Federal e uma das principais aliadas de Rodrigo Janot no órgão. Ela diz, assim como a Alta Corte Britânica em seu Children's Act que a criança não pertence aos pais, mas ao Estado.

O vídeo abaixo merece ser assistido na íntegra, principalmente por contar com a brilhante participação do advogado Miguel Nagib, do Escola Sem Partido. Mas observem o que diz a procuradora a partir dos 12 minutos e 35 segundos: ela diz claramente que o procurador Janot e o MP entendem que a criança pertence ao Estado e a burocratas militantes como ela própria e seu colega Glauber Braga, do PSOL - que mente no vídeo e arroga para os burocratas o direito de utilizar a máquina pública para mobilizações políticas.


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Qual é o problema da solução apresentada pela procuradora? Simples: a partir do momento que a criança pertence ao Estado, ela pertence aos grupos burocratas que compõe a máquina pública. Ou seja: a criança está sujeita não só aos professores que queiram transmitir para ela os seus valores particulares como também a médicos e juízes que queiram dispor da vida desses cidadãos. Mais ou menos o mesmo que foi proposto pelos nazistas quando elaboraram o Lebensborn. 

Afirmar isto parece algo alarmista e até mesmo beira a teoria da conspiração, mas o fato é que esta
idéia nega não só o direito do cidadão como a própria política - como se os burocratas possuíssem qualquer tipo de superioridade moral, intelectual ou humana sobre os demais mortais. Em tese parece não haver problema, já que o agente público deve ser imparcial. É aí que está o pulo do gato: antes de ser um servidor público, o burocrata é um cidadão, um homem com todas as paixões, preferências e valores pessoais. É justamente por isso que militantes de extrema-esquerda gostam de parasitar a máquina pública, já que ali ele poderá fazer militância e avançar em sua agenda protegido pela camuflagem estatal. 

É necessário que a sociedade organizada resista e reaja de forma veemente a qualquer tentativa de tirar dos cidadãos comuns as decisões sobre suas próprias vidas. A máquina pública e o próprio Estado devem ter o poder limitado pois não se tratam de entidades alienígenas legadas por Deus, mas sim uma associação de homens que controlam aspectos da vida de outros homens.

Ora, estas associações são formadas justamente pelo contrato social, onde cada um dos cidadãos cede parte de suas liberdades e direitos para a formação de uma entidade soberana - exatamente como descrito na capa do clássico Leviatã, de Thomas Hobbes: muitos homens foram um monstro poderoso cuja força é proporcional as liberdades e direitos que são cedidos pelos seus cidadãos para sua composição. Se permitirmos que este Leviatã tenha até mesmo o direito de dispor sobre a vida de nossas crianças, voltaremos aos dias em que crianças eram oferecidas aos deuses no alto de pirâmides pelos falsos defensores dos direitos humanos - aqueles falsos profetas que ao invés de defenderem a liberdade de culto, o direito a vida, expressão e trabalho, militam de dia e de noite para transformar cidadãos livres em escravos da esquerda que se diz progressista.

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