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Agora o socialista Márcio França é suspeito de retaliar prefeita negando recursos estaduais por conta de apoio a Doria


O governador de São Paulo Márcio França parece ter perdido completamente o senso de proporções. Em sua guerra particular com o ex-prefeito João Doria, o socialista resolveu fazer o impensável: França retaliou uma prefeita do interior que se reuniu com seu adversário. 

O caso foi o seguinte: a prefeita de prefeita de Ocauçu Alessandra Colombo havia conseguido repasses estaduais para seu município. Tudo ia bem até que a prefeita (que é do PSDB) publicou fotos em que aparecia em reunião com o pré-candidato ao governo João Doria (que é do mesmo partido). França então mandou um recado por meio de um assessor do deputado estadual Alberto Camarinha (PSB): o convênio para a cidade estava “no forno para sair”, mas, depois das fotos, França mandou “segurar”. Por conta disso, o PSDB representou contra o governador por flagrante improbidade administrativa. As informações são do BR18, do Estadão

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Isso é gravíssimo. França poderia até retaliar a prefeita caso ela fosse do seu partido, ainda assim sem barrar repasses. O raciocínio legal é simples: França é governador de São Paulo, não do PSB. Ele é administrador dos paulistas, não dos socialistas, e como tal deve sua lealdade aos paulistas e a todos os prefeitos por eles eleitos. Com todas as idiossincrasias, o ex-governador que já foi chamado de "Chuchu" seguia as mesmas práticas de todos os demais que ocuparam o posto: os repasses eram feitos para todos os prefeitos sem distinção, os convênios também eram feitos com prefeitos de todos os partidos. Igualmente insano seria se um prefeito petista recusasse verbas do governo por considerá-lo golpista, ou se um um governador tucano barrasse investimentos porque o prefeito de tal cidade era petista. São comportamentos aloprados que não combinam com a responsabilidade do homem público ou com a própria democracia. 

Márcio França, é bom lembrar, está em débito com os paulistas. Ele permitiu que jornalistas fossem agredidos e impedidos de trabalhar na cobertura do circo montado por Lula no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC quando impediu a Polícia Militar de atuar na segurança do local. França o fez por ser aliado do Partido Comunista do Brasil, o infame PCdoB. É com eles que ele pretende governar São Paulo caso reeleito. 

Ah, não é só isso: França faz parte de um partido que repudia a condenação de Lula e diz que o processo contra o maior criminoso da história não passa de perseguição política. Agora para completar, França resolve utilizar o governo de forma fascista, aparelhando a coisa pública aos interesses medíocres de seu partido. É por essas e outras que Doria lidera as pesquisas mesmo tendo deixado a prefeitura de São Paulo com promessa que terão de ser entregues por seu vice Bruno Covas. Entre um social-democrata que descumpriu a promessa de cumprir o mandato e um governador que enxerga o Estado como mero aparato de seus interesses a ponto de negar recursos que não são seus e sim dos paulistas para quem não é seu chegado, os conservadores paulistas acabam optando pelo que parece ser o mal menor.

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