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Vereadora psolenta diz que "MBL é seita juvenil" milita por um partido que não passa de um puxadinho da seita lulopetista


Foi risível a entrevista da vereadora Sâmia Bomfim ao portal Universia, do UOL. Entre tantas bobagens ditas pela parlamentar uma se destaca entre os detritos. O trecho aparece abaixo:

O que você acha do Doria deixar a prefeitura para tentar o Governo do Estado? Como ser otimista com Doria sendo candidato ao governo? Como ser otimista com Doria sendo candidato ao governo? Só pensando que ele pode nunca mais voltar à Prefeitura. E mais, ele pode sair da vida política. Se ele se afasta da prefeitura e não se elege governador, não pode retornar para para prefeitura por causa da legislação eleitoral. Isso seria enterrar de vez um projeto político de um sujeito que representa retrocessos enormes. Ele foi eleito se apresentando como novidade, mas em poucos dias de gestão mostrou que é parecido com muitas figuras da política nacional. Ele aparelhou a prefeitura com gente que é do grupo empresarial dele. Nomeou pessoas ligadas ao MBL, uma seita juvenil de discurso de ódio. Espero que não consiga se eleger. Daí a gente aposenta ele e ele volta a ser só um lobista.

Sempre repetimos neste blog que a extrema-esquerda é antes de tudo fascista, é que trabalha sempre com o intuito de criminalizar a prática da política por parte de seus adversários. A vereadora começa sua fala reclamando que "a gestão prometeu coisas novas e em poucos dias de gestão se mostrou mais do mesmo". Ora, para a extrema-esquerda não há grande diferença entre um socialdemocrata como Doria e um conservador como Carlos Lacerda desde que eles estejam fora do poder. Aliás, quem é a vereadora para dizer o que quer que seja? Ela não votou nesta gestão, mas sim na jurássica Luiza Erundina. A psolenta deve é ficar calada, já que ela e seu bando na Câmara trabalham contra esta gestão desde o primeiro dia. 

Sâmia reclama, por exemplo, que pessoas ligadas ao Movimento Brasil Livre foram nomeadas pela gestão Doria. Obviamente ela não entra no mérito de que ao contrário da prática entre as esquerdas, os indivíduos nomeados possuíam formação e competência para tal. Chama atenção o fato da psolenta apresentar o assunto como se fosse uma prática criminosa. Ora, será que só as esquerdas podem escolher aliados para cargos de confiança? Ou será que a vereadora gostaria que a gestão Doria escolhesse funcionários entre as fileiras de inditosos extremistas como PT, PSOL, PCdoB e afins?




Samia também fala que o MBL é uma seita juvenil. Diz isso enquanto milita por um puxadinho político que não passa de categoria de base da seita lulopetista. O PSOL não passa de um apendice do petismo cuja função social é defender as barbaridades que pegariam mal se ditas por um partido cuja pretensão é a presidência da República. O PSOL é tão puxadinho do PT que foi Lula quem escolheu o pré-candidato do partido para disputar a presidência em 2018. Como boa cadela do petismo, o PSOL permitiu que Lula designasse Guilherme Boulos para a presidência, processo que despertou minguados protestos entre os filiados - já que a maioria ali tem a consciência que o partido não passa de jagunço do grande coronel de Garanhuns. 

Não há mais o que se dizer de Sâmia, exceto apontar sua coerência. Como parlamentar e ativista ela é extremamente coerente com a abjeta história de mentiras, farsas e baixarias do PSOL.


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