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PT vê Márcia Tiburi como alternativa para o governo do RJ. Será que ela irá correr dos debates como fez com Kim?


Márcia Tiburi, que até então era uma isentona representante da extrema-esquerda disfarçada - resolveu se filiar ao Partido dos Trabalhadores com direito a ficha assinada pelo próprio ex-presidente Lula.

Nada mal para Márcia, que já declarou que não tinha problemas com a prática do roubo. Também é completamente coerente com uma alma fascista que elaborou um manual de como demonizar adversários da forma mais sórdida possível (justamente chamando-o de fascista). 

A ascensão de Márcia Tiburi no petismo é meteórica. A aspirante a Marilena Chauí conseguiu superar a própria mestra: enquanto Marilena teve que percorrer o longo caminho acadêmico do mestrado e doutorado para chegar ao estrelado petista (acreditem, aquela bruxa que pragueja contra a classe média e que já confessou o desejo de apunhalar manifestantes que vestem verde e amarelo talvez ainda seja a maior autoridade brasileira na obra de Baruch Spinoza. Nem o plágio da obra de Claude Lefort é capaz de tirar seu mérito neste campo), Márcia simplesmente escolheu o caminho da sociedade do espetáculo, simulando falsa sapiência em programas da tv paga. 

O mais surpreendente ainda é que a petista-nova Márcia Tiburi já dispõe de mais autoridade que a própria Chaúi: o PT até cogita a "filosofa" como alternativa para o governo do Rio de Janeiro. Certamente contam com os votos das repúblicas socialistas autônomas do Leblon e Projaquistão. Agora fica a questão: será que Márcia Tiburi irá correr dos debates da mesma forma humilhante com que fugiu de Kim Kataguiri na Rádio Gaúcha?



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