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Onde estavam a OAB, MPF, ONGs e especialistas da esquerda quando era o tráfico quem revistava e fichava moradores das favelas?


Quem acompanha o debate público em torno da intervenção federal no estado do Rio de Janeiro deve ter visto a fúria que se levantou quando a imprensa alardeou que as forças armadas estão promovendo fichamento de moradores nas saídas das favelas. A Ordem dos Advogados do Brasil, o Ministério Público Federal e outras instituições ideológicas e ideologizadas se manifestaram condenando o que para eles é uma grave violação dos direitos humanos. Direitos Humanos? Sim. Para eles o procedimento criminaliza as populações pobres e pretas e fere a dignidade do cidadão.

Só omitem, é claro, que não há nenhum impedimento legal para a revista ou averiguação de cidadãos comuns pelas forças de segurança ou pelas forças armadas. Seria no mínimo impensável se a intervenção federal no Rio não contasse com a averiguação de cidadãos para identificar possíveis elementos criminosos. Daí Jair Bolsonaro teria toda razão ao dizer que se trata de uma farsa.

Fato é que bem antes da intervenção federal veio a notícia de que traficantes estão revistando cidadãos na favela da Rocinha em busca de delatores. Alguns foram até expulsos da favela. Nada que contrarie a lógica do estado paralelo controlado pelo crime organizado: o tráfico é a lei, e se impõe sobre moradores controlando preços, arbitrando conflitos, realizando tribunais de justiçamento e espalhando o terror.

Nas favelas controladas pelo crime organizado ou pelas milícias, o cidadão não está sujeito às leis brasileiras. Sequer é contemplado pelos direitos humanos. A mesma mídia que grita contra os militares denunciou a prática autoritária de traficantes que invadiam terreiros nos morros e impediam a liberdade religiosa para os adeptos das religiões de matriz africana. A mídia e os "especialistas" que vociferam também se manifestaram contra a prática, mas sem condenar os autores do crime. Não quiseram admitir para os brasileiros que o tráfico que eles defendem em nome dos direitos humanos é um dos agentes que mais despreza estes valores.

Uma das manchetes que volta a circular é do G1, publicada em 20/09/2017. Está escrito: "Traficantes revistam moradores da Rocinha em busca de delatores. Segundo fontes da polícia, algumas pessoas já foram expulsas da favela. Guerra entre traficantes deixa rastro de violência pela comunidade". Na época não se ouviu coisa alguma por parte da OAB, do MPF, das ongs, políticos e especialistas. No fundo eles preferem que o Estado paralelo controlado pelo crime organizado trucidando os direitos humanos do que as força regulares que agem em nome do Estado democrático que eles chamam de burguês e fascista. A opção contra a intervenção não é uma opção tática, mas sim uma escolha consciente de quem prefere a barbárie em nome do socialismo.





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