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O padre bolivariano Julio Lancelloti acusa Deus e o mundo por supostas ameaças de morte. Que a Justiça investigue se procede ou não


Leio no noticiário que o padre Julio Lancelloti relatou ameaças de morte contra sua pessoa. Ainda segundo o religioso, trata-se de uma retaliação contra seu trabalho na defesa de moradores de rua que vivem na região do Parque da Mooca. As ameaças teriam vindo de moradores e comerciantes, incentivadas pelo prefeito da Sé Eduardo Odloak. 

Lancelotti aponta um texto que foi compartilhado por Odloak como a fonte das ameaças. Ele simplesmente relata a ação em seu Facebook afirmando: "nós retiramos de lá de onde o padre queria que eles ficassem". Eduardo justificou sua fala para a CBN logo depois, lembrando que existem centros de acolhida para moradores de rua. “Nossa! Primeiro é um absurdo vincular uma opinião como reação a ameaça. Ameaça ele pode estar recebendo por diversos outros fatores. Em primeiro lugar, eu não cito o nome dele no texto que eu fiz. E em segundo lugar, eu defendo que as pessoas sejam acolhidas e levadas para um Centro de Acolhimento, como abrigos, albergues, CTAs, etc.”

Bom, é tudo muito surpreendente. O pretenso defensor dos direitos dos moradores de rua ama tanto os desvalidos que não quer que eles saiam das ruas. Como bom socialista que é, Lancelloti ama tanto os pobres que trabalha para que sejam ainda mais pobres. 

Quem não é de São Paulo talvez não tenha o desprazer de conhecer esta figura medonha e andrajosa, com sua fala dura de carrasco e seus modos estranhos de quem esconde algo enquanto sorri defendendo sua nefasta ideologia. Mesmo os amigos mais católicos reconhecem que o sujeito não é um religioso, ainda que atue sob esta fachada. Lancelloti é um agitador social barato que usa batina com a mesma disposição do operário que bate o ponto. Mero protocolo. 

No caso dos moradores da Mooca, se vê que o sujeito gostaria de ver o local tomado por moradores de rua. Comprou briga com uma comunidade inteira apenas pelo direito sacrossanto de transformar seu idílico bairro em uma cracolândia. Quando o poder público interferiu retirando moradores e encaminhando para os locais adequados, o pároco de Marx saca do hábito uma acusação genérica de "ameaças de morte". 

É fundamental que as autoridades investiguem a fundo essa história. Talvez sejam apenas palavras duras disparadas por trabalhadores cansados das palhaçadas de um ideólogo barato, fatos que jamais se concretizariam. Pode ser de fato algo sério, sempre há a possibilidade. Em todo caso, é bom que tudo seja investigado. Afinal de contas, da última vez que o padre se viu em meio de uma investigação o que houve foi a condenação dos pretos e pobres envolvidos. Quem procurar no Google verá que o jogo virou a favor do "religioso" de maneira surpreendente.


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