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O fascista Lula pediu que a PM invadisse a casa de um cidadão que protestava contra ele e o agredisse


Uma das frases que aprendi com o amigo perseguido Luciano Ayan foi a de que as almas totalitárias são como vampiros. Basta que sejam expostos a luz para que derretam. Com Lula não foi diferente. 

Em seu trajeto pelo Sul, Lula foi exposto a uma saraivada de ovos na cidade de São Miguel do Oeste (Santa Catarina). Os ovos foram atirados de um prédio próximo. Irritado, o chefe da organização criminosa convocou a Polícia Militar para que invadisse a residência e desse um “corretivo” nos responsáveis. Felizmente a PM catarinense ignorou os urros do petista. 

Vamos recapitular: Lula queria que a PM invadisse a residência dos manifestantes. Mas não para “fazer justiça”, e sim para agredir os que ousaram se insurgir. 

Vejam só: fosse Lula um democrata, teria protestado contra as ovadas pedindo intervenção das autoridades. Não falaria em “corretivo”. Isso não é justiça, isso é vingança, brutalismo e truculência típicos de uma mentalidade monstruosa que arquitetou o maior esquema de corrupção da história em nome de uma ideologia genocida. 

Passados os apuros, Lula deu entrevista a uma rádio afirmando que “está muito calmo”. Calmo? Não foi o que se viu no Sul. A jararaca faltou cuspir fogo ao se ver diante da resistência. Lula não admite que outros mortais façam qualquer juízo dele. Sua moral defeituosa admite apenas a existência daqueles seres rastejantes que fazem militância pelo partido do plano criminoso de poder. Sendo assim, é óbvio que o “Lula paz e amor” iria mostrar sua carranca stalinista diante da repulsa que desperta no povo brasileiro. Lula pode não ser a alma mais honesta no Brasil, mas certamente é o espírito mais totalitário que habita entre estas terras.


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