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Ministros do STF entram em contradição sobre "Operação Salva Lula"


O dia de hoje serviu para mostrar como são patéticos nossos ministros do Supremo Tribunal Federal. Após levar tudo no peito, o decano Celso de Mello se esquivou da reunião administrativa convocada para discutir a prisão em segunda instância. Como se sabe, discutir este assunto com a urgência proposta por ministros e juristas é só mais uma das artimanhas da Operação Salva Lula. 

Ocorre que essa série de manobras não caiu no gosto da sociedade, que pressiona a corte para que respeite a condenação do petista e que não faça nenhuma gambiarra jurídica de última hora apenas para livrar o chefe de quadrilha da cadeia. 

Mal começou o dia e se viu uma curiosa sincronia entre os ministros: alguns partidários do petista passaram a dizer que não sabiam de nenhuma reunião. Outros como o untuoso Luiz Roberto Barroso preferiu se fingir de desentendido alegando que não foi convidado para nenhuma reunião. Já Celso de Mello optou por dizer que quem deveria ter marcado a reunião era a ministra Cármen Lúcia, já que o assunto deve ser tratado o quanto antes. Marco Aurélio preferiu atacar o juiz federal Sérgio Moro, que fez apelos públicos ao STF para que não proteja Lula: "Tempos estranhos em que juiz de primeiro grau faz apelo a ministros do STF", sentenciou o ministro. 

Já há a previsão de que os embargos de declaração deverão ser julgados no dia 26. Considerando que a sentença deve ser cumprida no mesmo dia, Lula poderá ser preso na próxima segunda caso os golpistas do STF não consiga emplacar sua fraude. 



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