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Mais aparelhamento: Universidade Estadual da Bahia gasta R$ 2,2 milhões em evento com Lula, Dilma, Kirchner e Mujica


Segundo matéria do jornalista Ricardo Prado no jornal Gazeta do Povo, a Universidade Estadual da Bahia irá desembolsar R$ 2,2 milhões com a realização do Fórum Social Mundial - tradicional evento internacional de partidos de extrema-esquerda cuja edição deste ano será em Salvador. 

 A realização é polêmica não só por conta da natureza do evento, mas também pelos nomes que irão participar das palestras. Todos os ex-presidentes convidados são acusados de graves crimes de corrupção: Lula é acusado pelo Ministério Público Federal de chefiar a quadrilha do Petrolão, além de ter sido condenado pelo TRF-4 por corrupção passiva e ocultação de patrimônio. Dilma Rousseff é acusada de obstrução da justiça, além de ser investigada em diversos processos por sua atuação nos esquemas de corrupção protagonizados pelo Partido dos Trabalhadores - sem falar no processo de impeachment na qual teve seu mandato cassado. Cristina Kirchner teve pedido de prisão expedido por um juiz de primeira instância por seu envolvimento na ocultação dos crimes dos iranianos no atentado contra a AMIA, só não foi presa por possuir mandato de senadora. Além disso é investigada por corrupção e suspeita de ser a mandante do assassinato do promotor Carlos Nisman - justamente a primeira autoridade que tentou denunciar a então presidente por sua atuação no acobertamento de terroristas iranianos. Já o uruguaio Pepe Mujica é investigado pela justiça do seu país por ter recebido doações eleitorais em troca da aprovação de uma planta da empreiteira brasileira OAS. 

Segundo a Gazeta do Povo, RS 296 mil serão destinados para uma empresa responsável pela instalação da estrutura do evento. R$ 750 mil serão pagos à empresa que realizará tradução simultânea. O restante de RS 1,2 milhão é destinado para uma empresa que será responsável pelo planejamento, divulgação e operacionalização do Fórum Social Mundial (FSM). A empresa foi contratada sem licitação. 

O evento acontecerá entre os dias 13 e 17 de março no Estádio de Pituaçu, em Salvador. A premissa do evento é “debater e definir novas alternativas e estratégias de enfrentamento ao neoliberalismo, aos golpes antidemocráticos e genocidas que diversos países estão enfrentando nos últimos anos”. A UNEB se defendeu alegando que a realização do evento não afeta o orçamento da instituição, e que a dispensa de licitação ocorreu dentro da legalidade. “Todo o processo foi realizado dentro dos trâmites legais, a partir de consubstanciado parecer jurídico, e resguardou os princípios da transparência, lisura e responsabilidade na gestão dos recursos públicos”.

Este é mais um episódio de doutrinação acadêmica e aparelhamento de instituições com propósitos meramente partidários, tanto quanto as universidades federais que recentemente adotaram disciplinas sobre "o Golpe de 2016" - em que o impeachment é explicado de acordo com a narrativa do Partido dos Trabalhadores. Trata-se de um uso indevido do dinheiro público, que além de tudo só serve aos propósitos de um partido totalitário. 

As informações são do Brasil 200.



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