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Luciano Ayan e MBL são alvos de caçada suja promovida por quem deseja manter o monopólio da informação por meio da força bruta


Me solidarizo com amigo Luciano Ayan, mais recente vítima da sórdida guerra promovida por setores da imprensa que até outro dia tinham pleno controle sobre o debate público. Como não possuem mais a primazia, tentam cortar a garganta das vozes dissonantes. Assim como fizeram os gorilas dos sindicatos de taxistas, também a mídia tradicional tenta manter para si o monopólio da verdade e da informação. 

No caso específico de Ayan, pode-se dizer que também se trata de política. O sujeito fez comentários sobre um fato relatado por uma desembargadora, e passou a ser alvo por conta do alcance de sua página. Claro, a história também envolve o protagonismo do Movimento Brasil Livre - grupo que atiça a cobiça de jornalistas ávidos por publicarem a bala de prata matadora que desmontará o maior movimento da direita brasileira na história. 

Para se ter noção de como a mídia é mentirosa, venal e suja, trataram de ignorar completamente o contexto do próprio movimento. Globo, Veja, Folha e outras mídias subalternas resolveram que a culpa não foi da imprensa mainstream que jogou luz sobre a desembargadora em sua tentativa de ganhar acessos, mas sim a de quem repercutiu a notícia e obteve mais acesso do que eles.

Canalhas que são, tentaram traçar qual seria a ligação de Carlos Afonso (a.k.a Luciano Ayan) com o MBL. Jornalistas de O Globo passaram a questionar a razão dos links do Ceticismo Político serem compartilhados na página do MBL com o mesmo enunciado que na página do site. Ora, isso é crime desde quando? Aliás: a narrativa inquisitória chega mesmo a sugerir que o MBL não pode escolher quais fontes divulga ou quais políticos apóia. Para eles isso é matéria, é denúncia. O MBL é o único movimento político que não pode fazer política, que não pode se cercar de quem converge ou se apoiar na mídia que desposa das mesmas ideias. Fazer política seria algo reservado aos iluminados do Leblon e a grupelhos amigos como o Quebrando o Tabu, MST e afins. 

Notem que curioso: Ayan repercutiu a notícia que veio da coluna da Mônica Bergamo na Folha. Foi apontado como a fonte de todos os males por ter feito "comentários sobre a notícia" (o que até onde se sabe, é um direito consagrado na Constituição Brasileira). A mídia toda quis expor o sujeito "ligado" ao MBL pedindo punição dele e do movimento. Mas em nenhum momento procuraram por algo dito por outros coordenadores e porta-vozes do movimento. Eu, por exemplo, me manifestei sobre a desembargadora em minhas redes sociais. Mas talvez minhas colocações não fossem tão úteis para estes embusteiros. No mesmo dia condenei a fala da juíza e o PSOL, o que passou bem longe do radar dos imundos conspiradores. 






Esta mesma mídia canalha que se vestiu de Polícia da Verdade está promovendo uma caçada humana sem precedentes com o argumento de defesa do jornalismo e da verdade contra as fontes do ódio e desinformação. Se retroagirmos estas falas teríamos que colocar os aspirantes a Torquemada no banco dos réus, já que foram eles que tentaram derrubar a república baseado em uma informação falsa soltada no blog do Lauro Jardim em O Globo. Aliás, as Organizações Globo são pródigas nas fake news. Quando Ilimar Franco espalhou que o MBL ostentava suásticas em manifestações e caçava negros, gays e nordestinos nas ruas ou quando Zileide Silva (aquela que se rastejou para tirar a selfie com Dilma Rousseff) afirmou que "um membro do MBL disparou tiros em frente ao Congresso Nacional), a emissora só fazia seu papel: desinformava o brasileiro. Veja é outra fonte de água podre que costuma espalhar as mais bizarras mentiras. Se os executivos dessas quadrilhas organizadas em redações estão preocupados com "fake news", talvez o único medo seja o de concorrência. 


Destaco aqui que ao mesmo tempo em que a mídia se preocupa em combater moinhos de vento, em apresentar falsos inimigos públicos e destruir reputações, o Brasil real se indigna com uma farsa montada por juízes traidores que livraram um perigoso líder de seita da prisão. Ao invés de tratar deste assunto, a mídia aliviada com a liberdade de seu mestre prefere atacar quem luta pelo restabelecimento da democracia e da ordem. Para eles são dois coelhos em uma cajadada: cortam as gargantas dos dissidentes e criam uma densa cortina de fumaça para que seu chefe possa fugir em segurança. Aviso desde já que chegamos ao ponto do não retorno: as tentativas de intimidação cairão por terra, assim como cairão os que se juntam ao grupo dos abutres. Se cumprirá aqui a profecia de Ageu: "Tombarei os carros de guerra com seus condutores: os cavalos e os seus cavaleiros militares, todos cairão, e cada um pela própria espada do seu companheiro."


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