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Globo recrutou condenado por crimes virtuais para assassinar reputações de Luciano Ayan e MBL



Ontem a noite o Diário Nacional trouxe uma revelação no mínimo sórdida: o especialista que a Globo contratou para realizar o estudo que responsabiliza o MBL e o Ceticismo Político por espalharem a "fake news" sobre as ligações da ex-vereadora Marielle Franco com o Comando Vermelho é um golpista condenado. Sim, golpista por ter utilizado um perfil falso para manchar a honra de um candidato a reitor da Universidade Federal do Espírito Santo - instituição que tem o próprio "especialista" como professor. A matéria é do dia 23/02/2016. Está lá no G1 (curiosamente um veículo da própria Globo):

O professor da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) Fábio Malini foi condenado a pagar R$ 10 mil em danos morais para o também professor da instituição Sebastião Pimentel.A indenização é referente a um perfil falso criado para fazer acusações a Pimentel, então candidato a reitor, em 2011.Malini é coordenador do Laboratório de Estudos sobre Imagem e Cibercultura (Labic) do Departamento de Comunicação Social da Ufes, doutor em Comunicação e Cultura e professor de jornalismo digital na universidade.De acordo com a sentença, o IP da internet (número de identificação) da residência de Malini foi usado para elaborar e hospedar o perfil identificado como “Tião Fundação”.A briga judicial começou durante o período de eleições para reitor da Ufes. Na época, um perfil falso publicava mensagens para ferir a imagem do candidato Sebastião Pimentel, “como sendo uma pessoa ligada a interesses puramente financeiros e envolvimento em corrupção”, segundo o juiz Paulo César de Carvalho.Durante investigação, a provedora de internet identificou Fábio Malini como sendo o responsável pela rede usada para criar o perfil “Tião Fundação”. Na ocasião, o professor era aliado de campanha de outro candidato à reitoria da universidade e já havia publicado denúncias contra Pimentel em sua página pessoal.

O professor embusteiro se chama Fabio Malini, sujeito que mantém estreitas relações com o Partido dos Trabalhadores. É autor no Mídia Ninja e manteve contratos com o governo federal durante o mandato de Dilma Rousseff. Foi este militante que a Globo encontrou para afirmar que era o MBL e o blogueiro Luciano Ayan os responsáveis pela viralização das fake news envolvendo a vereadora do PSOL assassinada.

Tudo mentira, claro. O MBL compartilhou um texto do Ceticismo Político onde Ayan fazia considerações sobre uma notícia publicada na Folha de São Paulo pela colunista Mônica Bergamo, que por sua vez tratava sobre as declarações de uma desembargadora Marília de Castro Neves Vieira. Eu, Eric Balbinus, não quis publicar por discordar da postura inadequada da magistrada. Tratei disso no Twitter. Agora isso não impediu que a Folha e toda a grande imprensa cobrissem o caso. Parece que a bronca com o MBL foi pelo fato do movimento ter mais visibilidade que estes veículos.

Este é o "especialista em fake news" convocado pela Globo para tentar destruir o MBL. Especialista não por traçar mapeamentos, mas por ter grande experiência em espalhar boatos e destruir reputações. Talvez este seja o diferencial que a redação da Globo leva em conta para contactar "especialistas".

Claro que não é só disso que se trata. Há também a tentativa de silenciar vozes dissonantes, de cortar a garganta de quem prega o contraditório. Luciano Ayan foi escolhido como alvo apenas por isso. Para derrubar seus adversários a Globo é capaz de tudo, até mesmo de recrutar um falsário condenado com inequívocas ligações com a extrema-esquerda. O que Malini fez ali foi o mesmo que tentou fazer com o professor Sebastião Pimentel: assassinato de reputações.

Bom, ao menos podemos dizer que nos dois casos ele foi identificado e que certamente não sairá impune. Malini foi condenado a pagar R$ 10 mil ao professor por espalhar boatos e calúnias sobre o cidadão. Com o MBL ele sai na mídia como um embusteiro escolhido a dedo pela famigerada Rede Globo. Também nos ajuda a desmontar a farsa da mídia imparcial e da Rede Globo conservadora, já que ele não se furtou a ser lacaio dos Marinho quando isso se mostrou necessário.



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