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Escorraçado do Rio Grande do Sul, Lula desfaz a narrativa da extrema-esquerda: só haverá convulsão social se o criminoso não for preso


Lula não foi bem-aventurado em seu périplo pelo Rio Grande do Sul. Primeiro por se tratar de uma circunstância diferente daquela enfrentada em sua jornada pelo resto do país, quando ainda era réu no processo do tríplex com o benefício de poder se apresentar como um sujeito inocente. Depois de enfrentar a sentença de Sérgio Moro em Curitiba e dos desembargadores Victor Laus, Leandro Paulsen e Gebran Neto em Porto Alegre, aí tudo se complicou. 

A deteriorada situação de Lula veio com o agravante da prisão iminente. Foi quando ele resolveu excursionar pelo Sul, com conclusão em Curitiba. No meio do caminho ele mobilizou membros de sua seita homiziados no Supremo Tribunal Federal para que operassem ali uma farsa que o livrasse da cadeia. Deu certo em Brasília, mas muito errado no Rio Grande: se antes Lula era recebido com vaias, passou a ser alvo de frutas pobres, bloqueios e barricadas. Sua militância chegou a levar chicotadas. A indignação com sua soltura antecipada se traduziu em tensão, o que provocou sua expulsão de cidades como Bagé, Santa Maria e Passo Fundo. 

Para piorar, Lula atacou os produtores rurais. Tentou responsabilizá-los pelo desamor. Acabou irritando os produtores rurais dos demais estados que visitará. Em Santa Catarina passou aperto, tendo como único alívio o fato de não ter nenhum gaúcho com chicote por aqueles lados.

É desta forma capenga e humilhante que o chefe da organização criminosa pretende chegar em Curitiba: debaixo de vaia, tomate e chicote no lombo. Se por um lado ele está solto, do outro ficou vulnerável aos olhos do pacato cidadão. Pior: acabou quebrando a única narrativa que ainda conferia certo valor a sua impunidade. Desde o início da Operação Lava Jato que é dito no Brasil que "Lula não pode ser preso, do contrário teremos uma convulsão social". A convulsão social está vindo, mas justamente por Lula estar solto. 

Fica mais uma vez o recado para o STF. Se as coisas saírem do controle, os culpados serão os covardes que se venderam ao plano criminoso de poder.

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