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Deputado que chamava motoristas de Uber de "criminosos ilegais" agora pressiona o STF para salvar Lula. Significa.


O deputado federal Carlos Zarattini foi muito citado neste blog por ocasião da luta dos motoristas de aplicativo contra as tramas entre sindicalistas e despachantes contra a categoria que emprega quinhentos mil trabalhadores autônomos no Brasil. Em Brasília o homem do monopólio era o petista Zarattini, que utilizava termos como "ilegais" e criminosos" para se referir aos motoristas de aplicativos como Uber, 99 e Cabify. 

Zarattini conseguiu tramar nos submundos contra os aplicativos, garantindo que um monstrengo regressista fosse aprovado na Câmara. Felizmente seus apliques legais foram desfeitos pelo Senado, que contrariou as expectativas da turma de Lindbergh Farias e garantiu a liberdade de trabalho aos motoristas particulares. Quando o projeto voltou para a Câmara Zarattini tentou, em vão, desfazer a decisão do Senado. Acabou rechaçado pelo protocolo não oficial seguido pelos deputados, que é o de jamais desfazer decisões tomadas pela câmara alta. O petista foi derrotado e os motoristas podem trabalhar.

Retomo aqui a trajetória do infame deputado contra o Uber e demais aplicativos por um motivo simples: o mesmo parlamentar que chamava os aplicativos de criminosos está agora pressionando a ministra Cármen Lúcia para que o Supremo Tribunal Federal conceda habeas corpus para o ex-presidente Lula, condenado por corrupção e ocultação de patrimônio. Para Zarattini trabalhadores são criminosos e um criminoso é herói. Esta é a lógica petista.


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