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Barroso só deu chilique depois que sua estratégia de usurpação de competência para legalização do aborto foi desmascarada


O dia de ontem foi marcado pelo supremo bate boca entre os ministros Luís Roberto Barroso e Gilmar Mendes. Na verdade não foi bem isso. O que houve foi o chilique de Barroso após Gilmar Mendes desmascarar suas estratégias sórdidas para avançar na agenda regressista da extrema-esquerda, citando o caso do voto de Barroso anistiando abortistas para legalizar a prática na marra. Esta tem sido a estratégia de Barroso em praticamente tudo. Um dia ele demoniza o Congresso Nacional e a política, para no outro usar os frutos da animosidade para usurpar poderes. 

Muitos são os que aplaudem Barroso, por verem nele um paladino da Justiça, um herói contra a corrupção. Mas ao mesmo tempo é ele quem trabalha por agendas repudiadas pela maioria. O fato em si não é problema, é perfeitamente natural que alguém defenda legalização das drogas, aborto e impunidade para criminosos menores de idade. O que não é natural é que alguém assim utilize sua posição para rasgar a Constituição como faz Barroso. Quem o aplaude não sabe que está abrindo a porta de casa para um golpista, um lobo em pele de cordeiro, um facínora que envenena a democracia dia após dia. 

Gilmar merece ser criticado por sua postura, por seu excesso de vaidade e por admirar tanto a exposição pública. Membros do judiciário deveriam ser sóbrios e discretos, exatamente o contrário do que faz o ministro. Mas Gilmar não é o único. Aliás, o próprio Barroso admira os holofotes. A diferença é que Barroso é o queridinho das redações progressistas do UOL, Globo, Folha, Época e IstoÉ. Seus feitos também são cantados por páginas como Catraca Livre, O Antagonista e Quebrando o Tabu. Gilmar é a Geni que não pode nem ir ao banheiro sem que algum jornalista o interpele. Hoje mesmo foi questionado por deixar o plenário do STF, sendo que voltou pouco tempo depois. Talvez seja o único ministro daquela casa cuja atuação merece tanta atenção. 

O fato aqui é que Barroso é perigoso, pestilento e sórdido. Antes de ser nomeado por Dilma Rousseff, foi o bravo defensor do terrorista Cesare Battisti. Foi ele quem defendeu a impunidade de um assassino que tirou quatro vidas e aleijou um garoto. É ele quem deseja enfraquecer o parlamento para adquirir o poder supremo. É ele o maior inimigo da democracia dentro do STF. 

Barroso diz que os outros colegas se sentem constrangidos de dividir a mesma corte com Gilmar. Mas estamos falando de colegas como Edson Fachin, advogado do MST. Temos também o jurista da rota do frango com polenta, conhecido como Ricardo Lewandowski. Foi ele quem deu aquele golpe para manter os direitos políticos de Dilma Rousseff pós-cassação do mandato. Há também Dias Toffoli, ex-advogado do PT reprovado em três concursos para juiz. Sem mestrado ou doutorado, foi alçado ao poder por Lula. Há também Rosa Weber, indicada por ser amiga do ex-marido de Dilma (o deputado estadual gaúcho Carlos Araújo). O ministro Marco Aurélio é primo de Collor de Mello, fez lobby para nomear a filha para o Tribunal Regional Federal da 2ª Região no governo Dilma. No mesmo período o ministro Luiz Fux fez lobby com o governo Fernando Pezão para que sua filha fosse nomeada desembargadora do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Cármen Lúcia foi nomeada pelo então presidente Lula por influência de seu primo Sepúlveda Pertence, ministro da casa que hoje advoga justamente para Lula. É possível dizer que dali os menos controversos sejam os ministros Celso de Mello e Alexandre de Morais. Segundo assim cabe a pergunta: de que colegas o advogado de Battisti está falando? 

Como lembra sempre Reinaldo Azevedo, jornalista caído em desgraça recentemente, Barroso é o homem que prefere triturar fetos (palavras minhas) do que puxar rabo de vaca. É que o ministro foi veemente contra a tradição da vaquejada ao mesmo tempo em que pretende autorizar a prática do homicídio intra-uterino. Barroso é como qualquer outro mentiroso: embora seja veemente, ele sabe que tem o que esconder. Por isso foi tão virulento contra Gilmar. Talvez tenha ficado com medo de que o ministro revelasse em público que ele esconde terroristas debaixo da toga.


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