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Associação de Juízes Federais dizem que salários sem benefícios inconstitucionais é "trabalho escravo".


Notícia do blog do Brasil 200:

Juízes federais de todo o Brasil estão se mobilizando durante esta semana em prol de salários acima do teto constitucional, alem do direito de receberem benefícios como o auxílio-moradia, auxílio para pós-graduação e outras benesses em pleno período de crise. 
As associações de juízes não só defendem benefícios e o recebimento de valores inconstitucionais como estão inovando ao promoverem greve. Como se não bastasse o flagrante egoísmo da classe, a AMATRA (Associação dos Magistrados de Justiça do Trabalho) ainda protagonizou um vergonhoso episódio: em ato realizado no Fórum Pedro Lessa (em São Paulo), os juízes exibiram em telão uma mensagem em que dizem que o salário de juízes sem os benefícios inconstitucionais se trata de "trabalho escravo". 
Veja a foto. O flagrante foi feito pelo jornalista Victor Ferreira. A imagem gerou revolta, sobretudo por se tratar da elite do funcionalismo público reivindicando mais dinheiro do contribuinte em um momento em que o país ainda tem treze milhões de desempregados.   

A fala de juízes se comparando a escravos não é uma novidade: ano passado a juíza Luislinda Valois se comparou aos escravos ao reclamar salário acima do teto. Como juíza aposentada, a magistrada ocupava o Ministério dos Direitos Humanos ganhando apenas R$ 3 mil, valor que somado com sua aposentadoria era exatamente o equivalente ao teto do funcionalismo público.
Há tempos não se via tamanha demonstração de egoísmo. O salário de um juiz parte dos R$ 27 mil, pode atingir a casa dos R$ 30.471,11. Enquanto isso há uma massa de brasileiros que vive com um salário mínimo ou menos.

Esta classe que se compara com escravos arroga para si direitos próprios do feudalismo, algo inconcebível em pleno século 21. Não é admissível e sequer aceitável que ao menos se discuta com quem diz que receber mais de R$ 27 mil é algo análogo a escravidão.

Esta mensagem da AMATRA merece ser alvo de todo o repúdio por parte da sociedade brasileira. Esta casta jurídica não é digna de qualquer condescendência. O fato é que estes senhores não são merecedores de nada, já que ninguém foi pego no laço para ser juiz. Estes senhores fizeram concurso para desemprenharem suas funções. Deveriam se sentir honrados de servir a sociedade. Se alguns deles desemprenham bom trabalho, também não fazem mais do que sua obrigação. Que os insatisfeitos saiam do serviço público e tentem ganhar de acordo com sua competência na iniciativa privada.



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