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Ameaças a Fachin são mais um elemento explosivo em um cenário caótico


Quando tudo não parecia ter mais sentido, eis que surge o ministro do Supremo Tribunal Federal revelando ameaças de morte contra sua pessoa. O ministro em questão é Edson Fachin, relator da Operação Lava Jato. 

Quem lê este blog sabe das críticas e ressalvas que faço a Fachin, que contou com o pistolão da JBS para ter sua nomeação garantida pelos senadores. Mas também é verdade que ele procedeu de forma correta no episódio do habeas corpus de Lula. 

O que isso significa? Significa que todo o seu companheirismo com o petismo pode não significar nada se algum dia ele desagradar aquela seita satânica de pretensões totalitárias. Celso Daniel também era um bom companheiro, mas morreu após um vacilo e ainda hoje os responsáveis não foram mortos - embora se diga aos quatro cantos quem foi o real mandante. 


É interessante que isso surja justamente em um momento em que a sociedade reage de forma indignada contra a farsa operada pela maioria dos ministros do STF. Chama atenção que quem votou com Lula não sofreu nenhuma ameaça - apenas quem optou por barrar a impunidade do chefe de quadrilha. Fachin não é nenhum herói, não fez mais do que sua obrigação. Agora o que dizer dessas ameaças? Sabemos quem está do outro lado, e são os piores seres humanos que já habitaram a terra. 

Claro, há também a possibilidade de que o caso seja uma cortina de fumaça contra "as pressões contra os ministros" - o que pode envolver ambos os lados interessados. A única certeza é que as ameaças trazem mais um elemento explosivo a um cenário caótico. O STF conseguiu o impossível: aumentou em 100 graus a temperatura da crise política. 


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