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A asquerosa politização da morte de Marielle Franco pela extrema-esquerda. Para eles, o limite é a lama


Morreu a vereadora Marielle Franco. Ou melhor: foi executada de maneira bárbara. Evidente que seus familiares e amigos merecem solidariedade e que a perda de uma vida jovem deve ser lamentada. A única coisa razoável a ser dita no momento é que as autoridades precisam investigar o caso de maneira rigorosa e o mais célere possível, já que se trata de uma violência sem precedentes.

Ah, deve ser lamentada também a morte do motorista Anderson Pedro Gomes, de 39 anos. Também jovem e igualmente vítima da selvageria. Também era um jovem pai, assim como a vereadora. O motorista foi morto com o agravante de estar fazendo "bico" para levar o sustento para sua família. Não se sabe se sua família será amparada, já que a extrema-esquerda que diz defender a CLT não costuma contratar funcionários de forma a garantir o mínimo de estabilidade para seus familiares em caso de tragédias como essa.

O caso é que tão logo se anunciou a morte e a extrema-esquerda já fez pipocar notícias de que o homicídio foi praticado por policiais militares. Que o crime foi motivado pelas denúncias genéricas feitas pela vereadora, de que ela só foi alvo por ser mulher, negra, progressista, de esquerda, do PSOL e tantas outras ilações que não possuem qualquer lastro na realidade.

Quem conhece o mínimo de Rio de Janeiro sabe que a PM não inspira tanta confiança por conta de um setor comprometido tanto com as milícias quanto com o crime organizado. A chamada banda podre já protagonizou atos semelhantes como o assassinato da juíza Patrícia Acioli, cujo mandante foi o tenente-coronel Cláudio Oliveira. O caso gerou repercussão internacional e causou grande comoção, já que a juíza foi morta por vingança por investigar PMs que praticavam homicídios e extorsões no município de São Gonçalo.

Mas alguns detalhes do crime indicam outras direções. O crime pode ter sido encomendado por razões políticas ou pelo próprio crime organizado. Podem ter sido também as milícias que atuam no estado. Partindo do fato concreto da execução há muitas linhas de investigações possíveis. Mas isto é função da Polícia Civil.

Não espanta em nada ver os falsos defensores dos direitos humanos rasgarem o devido processo legal e negarem a presunção a inocência aos policiais militares - exatamente o mesmo direito que defendem para Lula, um criminoso condenado. Pior: condenam uma corporação inteira por conta de um fato recente. Sem qualquer inquérito aberto já alardeiam quem foram os supostos culpados.

Não sabemos quem foram os culpados pela morte, mas já sabemos quem são os abutres que se alimentam do cadáver ainda quente da jovem vereadora. Gente que transforma velórios em comícios. Claro que não espanta ver uma ideologia genocida se alimentando de sangue. Foi assim que eles fizeram sua mais grandiosa revolução, há mais de cem anos. É assim que eles caminham hoje.

A indignidade da extrema-esquerda é tão degradante que contamina até momentos solenes como o luto. Normalmente se baixam as armas em momentos de lamento, lembrando a humanidade que nos une. Mas os monstros travestidos de guerreiros da justiça social não encontram qualquer limite de humanidade, parecem mais zumbis se alimentando até da carne dos próprios companheiros. Uma moça jovem morre e eles fazem palanque. Vimos o mesmo quando Lula desrespeitou sua companheira de uma vida para fazer comício. Vimos agora a tragédia se repetir como farsa. Para eles, o único limite é a lama.



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